LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde homenageia trajetórias que transformam, com mérito “O Semeador” no Show Safra 2026
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde realizou, na tarde desta quinta-feira (26), a entrega do Mérito “O Semeador”, uma das mais importantes honrarias do município, durante a programação do Show Safra.
A solenidade reconheceu personalidades que contribuíram de forma decisiva para o crescimento econômico e social da região, especialmente no fortalecimento do agronegócio.
Criado pela Fundação Rio Verde, o Prêmio carrega um simbolismo forte: homenagear aqueles que, com visão e coragem, “plantaram” o desenvolvimento que hoje faz de Lucas do Rio Verde uma referência nacional em produção e inovação no campo.
Nesta edição, os homenageados foram Beloni Ferreira, de Lucas do Rio Verde, e Alcindo Uggeri, do município de Nova Mutum, dois nomes que representam a essência do trabalho, da persistência e da construção coletiva no agronegócio mato-grossense.
Natural de Lucas do Rio Verde, Beloni Ferreira construiu sua história diretamente ligada ao crescimento do município. Com atuação marcante no setor produtivo, Beloni acompanhou de perto a transformação da cidade, contribuindo para o fortalecimento da agricultura local e para o desenvolvimento da comunidade. Sua trajetória é marcada pelo trabalho, pela dedicação à terra e pelo compromisso com o progresso sustentável.
Já Alcindo Uggeri, referência em Nova Mutum, é reconhecido pelo espírito empreendedor e pela contribuição ao avanço da produção agrícola na região médio-norte de Mato Grosso. Ao longo dos anos, participou ativamente do processo de expansão do agronegócio, ajudando a consolidar o estado como uma das maiores potências agrícolas do país.
Durante a cerimônia, os homenageados destacaram a emoção de receber a comenda e reforçaram o compromisso com o desenvolvimento do setor.
Beloni Ferreira ressaltou o orgulho de fazer parte da história de Lucas do Rio Verde. “Receber essa homenagem aqui, na cidade onde construí minha vida, é uma emoção muito grande. A gente sabe das dificuldades lá no começo, mas ver tudo o que Lucas se tornou hoje mostra que valeu a pena acreditar e trabalhar.”
Alcindo Uggeri também destacou o significado do reconhecimento. “Esse prêmio não é só meu, é de todos que estiveram junto nessa caminhada, será que mereço tanto, eu confesso que estou muito emocionado. O agro é feito de união, de esforço coletivo, e que bom saber que tudo que fiz foi reconhecido através dessa homenagem.”
O prefeito Miguel Vaz Ribeiro enfatizou a importância de reconhecer histórias que ajudaram a construir o município. “São pessoas que plantaram muito mais do que lavouras. Plantaram oportunidades, qualidade de vida. O Prêmio O Semeador é uma forma de agradecer e valorizar quem fez e continua fazendo a diferença em Lucas do Rio Verde e em toda a nossa região.”
O vice-prefeito e presidente da Fundação Rio Verde, Joci Piccini, destacou o papel do prêmio ao longo dos anos. “O Semeador nasceu justamente com esse propósito, reconhecer aqueles que tiveram coragem de começar, de inovar e de acreditar no potencial da nossa terra. Cada homenageado carrega um pouco da história do desenvolvimento de Mato Grosso.”
Os outros ganhadores dos demais anos foram
2008 — Munefumi Matsubara
2009 — Otaviano Pivetta
2010 — Eledir Techio
2011 — Luiz Antônio Pagot
2012 — Lucien Séguy
2013 — Marino Franz
2014 — Dora Ceconello
2015 — Padre João Heidmann
2016 — Egídio Vuaden
2017 — Bruce Rastetter
2018 — Werner Kothrade
2019 — Dom Vital Chitolina
2020 — José Baggio
2022 — Roberto Rodrigues
2023 — Alysson Paolinelli
2024 — Gilberto Goellner
2025 — Mauro Mendes
2026 — Beloni Ferreira e Alcindo Uggeri
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Política6 dias atrásMudanças no seguro rural seguem para sanção
-
Política5 dias atrásCaso Master: Viana pede providências em relação a denúncias contra Moraes
-
Política5 dias atrásCongresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado
-
Agricultura7 dias atrásBrasil importa 73% das vacinas contra doença fatal no gado
-
Política6 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Entretenimento6 dias atrásAna Castela diverte fas ao correr atrás de garoto no meio de uma multidão: ‘Atentado’
-
Política7 dias atrásDra. Eudócia cobra esclarecimentos sobre saúde pública em Alagoas
