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Lucas do Rio Verde participa da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres em Brasília

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Lucas do Rio Verde marcou presença na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, realizada entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. O encontro debateu caminhos para ampliar a igualdade, a segurança e as oportunidades para as mulheres em todo o país.

O município foi representado pela presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Karime Souto, e pela GCM Priscila Nogueira, que integra a Patrulha Maria da Penha, programa ligado à Secretaria Municipal de Segurança Pública. A iniciativa atua diretamente na proteção e acompanhamento de mulheres vítimas de violência doméstica, em parceria com a Secretaria de Assistência Social e outros órgãos da rede de apoio.

A ida das representantes a Brasília é resultado de um processo iniciado em junho, quando o município realizou sua Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, liderada pela primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro. Na etapa estadual, em Cuiabá, realizada em agosto, Karime e Priscila foram eleitas delegadas para representar Lucas do Rio Verde na conferência nacional, um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na cidade em defesa das mulheres. “Nosso objetivo foi representar o município e contribuir com ideias que ajudem a fortalecer as políticas públicas voltadas às mulheres. Participar dessa conferência é também uma forma de mostrar o quanto Lucas do Rio Verde tem avançado na promoção de políticas de proteção e valorização feminina”, destacou Karime.

Ela explicou que muitas das propostas discutidas nesses encontros acabam se transformando em leis e protocolos nacionais. “É muito importante que o município esteja presente nesses espaços de decisão, porque muitas das propostas debatidas acabam se tornando diretrizes para o país inteiro”, completou.

A participação da GCM Nogueira levou à conferência um olhar prático sobre o enfrentamento à violência doméstica e o papel das forças de segurança na proteção às mulheres.
“Representar a Patrulha Maria da Penha na Conferência Nacional de Políticas para Mulheres foi uma experiência muito significativa. Levar a realidade do nosso trabalho diário em defesa das mulheres vítimas de violência para um espaço de construção de políticas públicas é fundamental. É a oportunidade de mostrar o impacto real que as ações da Patrulha e da rede de enfrentamento têm na vida dessas mulheres”, disse Priscila.

Durante os três dias de conferência, representantes de diferentes regiões participaram de debates com ministras, lideranças femininas e movimentos sociais. Foram discutidos temas como autonomia econômica, enfrentamento à violência, educação, saúde, participação política e segurança pública.

Em Lucas do Rio Verde, o trabalho de enfrentamento à violência e promoção de igualdade é fruto da união entre diversas secretarias e instituições. A Secretaria de Segurança Pública coordena as ações da Patrulha Maria da Penha, enquanto a Secretaria de Assistência Social oferece acompanhamento psicológico, social e jurídico para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Essas ações se somam às iniciativas do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, que atua na formulação de políticas, campanhas educativas e no fortalecimento da rede de apoio.

Com o tema “Mais democracia, mais igualdade, mais conquistas para todas”, a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres foi um espaço de diálogo, escuta e troca de experiências. A participação do município, demonstra sua preocupação com a defesa dos direitos das mulheres e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à igualdade de gênero.
“Quando o município participa de espaços como esse, ele mostra que valoriza a mulher e acredita na construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, finalizou Karime.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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