LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde realiza 2ª etapa do Desafio Agro de MTB no feriado de 1º de maio
LUCAS DO RIO VERDE
No feriado do Dia do Trabalhador, 1º de maio, ciclistas de diferentes idades e níveis se reunirão para mais um desafio que vai além da competição e desafia vencer os próprios limites. O Desafio Agro de MTB – Prova do Algodão terá largada às 6h, com percurso de 60 km.
As inscrições abrem na quarta-feira (15), a partir das 12h, seguindo até o dia 24 de abril ou até o limite de 350 participantes. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site: agitoesportes.com.br
A realização do Desafio Agro de MTB é da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer e integra o circuito composto por quatro etapas ao longo do ano, válida para o Ranking Luverdense de MTB 2026, seguindo as normas da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).
A competição também contará pontos para o Campeonato Regional do Médio Norte MTB XCM.
A largada está prevista para às 6h, do dia 1º de maio, na Avenida Brasil, nas proximidades da Prefeitura, com percurso aproximado de 60 quilômetros pelas estradas do município. Podem participar atletas de ambos os sexos, a partir dos 15 anos de idade, até 60 anos ou mais, distribuídos em diferentes categorias.
Para confirmar a participação, cada atleta deverá doar 1 kg de alimento não perecível, que será entregue no momento da retirada do kit.
A premiação será destinada aos cinco melhores colocados de cada gênero na categoria geral/elite, reconhecendo os atletas que cruzarem a linha de chegada nas primeiras posições.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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