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Lucas do Rio Verde sedia primeira etapa do Campeonato Estadual de Natação 2026

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Teve início na sexta-feira (20) a primeira etapa do Campeonato Estadual de Natação – Troféu Janjão 2026, sediada em Lucas do Rio Verde. A competição leva o nome do professor Janjão, idealizador do projeto “Nós Podemos Nadar”, criado em 1998, e que hoje se tornou referência na formação de atletas no município.

Presente na abertura oficial, realizada na manhã de sábado (21), na piscina da Escola Municipal Vinícius de Moraes, Janjão destacou a emoção de acompanhar o crescimento do projeto.
“É uma satisfação muito grande ver esse sonho realizado. Quando comecei, a intenção era oferecer oportunidade para crianças que não tinham acesso à natação, e hoje vemos esse projeto se tornar uma realidade que transforma vidas”, afirmou.

O evento reúne mais de 400 atletas, representantes dos municípios de Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Nova Mutum, Matupá, Sapezal, Cuiabá e Rondonópolis, fortalecendo o intercâmbio esportivo e o desenvolvimento da natação no estado.

A categoria A começou a competir na manhã de sábado (21), com programação que segue até domingo (22), no mesmo local.

A cerimônia de abertura contou com a presença do prefeito Miguel Vaz, vereadores e dos secretários municipais de Educação, Elaine Lovatel e Esporte e Lazer, André Matto.

Atualmente, Lucas do Rio Verde conta com cerca de 1.350 atletas, consolidando-se como referência regional no incentivo ao esporte.

O prefeito Miguel Vaz parabenizou a organização do evento, destacando a importância do projeto para a sociedade luverdense.

“O Projeto Nós Podemos Nadar é uma jóia rara do nosso município. Sejam bem vindos todos os municípios e parabéns a todos pelo empenho”, disse o prefeito.

A secretária municipal de Educação, Elaine Lovatel, ressaltou o impacto social do projeto.
“Estamos muito felizes em receber mais uma etapa do estadual. Nossos atletas são preparados por meio do projeto ‘Nós Podemos Nadar’, e temos confiança de bons resultados, mas principalmente na transformação de vidas por meio do esporte”, destacou.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, André Matto, destacou a estrutura esportiva da cidade e o envolvimento das equipes.
“Lucas do Rio Verde tem excelentes estruturas, capazes de receber grandes eventos esportivos. Ver a piscina cheia e tantas entidades envolvidas reforça a importância de iniciativas como o ‘Nós Podemos Nadar’. É uma alegria sediar uma etapa estadual desse nível”, disse.

O coordenador do projeto, professor Elton, também celebrou o momento e a evolução da modalidade no município.
“É um momento muito importante para a natação de Lucas do Rio Verde. Hoje contamos com cerca de 1.350 alunos e seguimos em constante evolução. É uma alegria sediar essa etapa e ver o crescimento do esporte na cidade”, afirmou.
“Essa etapa também é especial por levar o nome do nosso mestre Janjão. Ter ele presente torna tudo ainda mais significativo”, acrescentou.

Entre os atletas, a expectativa também é positiva. A nadadora Kimberley, que compete desde os seis anos, destacou a importância de iniciar bem a temporada.
“Gosto muito de competir e é importante começar bem, ainda mais em casa. A expectativa é ter um bom desempenho ao longo do campeonato”, disse.

O atleta Amaro Bertulio Gonzaga, de 47 anos, também participa da competição e ressaltou o incentivo familiar ao esporte. “Voltei a nadar acompanhando meu filho. Essa primeira competição é importante para avaliar nosso desempenho e seguir bem durante o ano”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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