LUCAS DO RIO VERDE
Mais de 95% dos inscritos no curso superior de Tecnologia em Agrocomputação são luverdenses
LUCAS DO RIO VERDE
Honrando o seu compromisso em oferecer maiores oportunidades para a população luverdense, a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, em parceria com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), disponibilizou 50 vagas para o curso superior gratuito de Tecnologia em Agrocomputação. O processo seletivo registrou um total de 122 inscrições, das quais 118 são de candidatos de Lucas do Rio Verde, representando mais de 95% do total.
A expressiva adesão ao curso reflete a escolha estratégica de ofertar uma formação alinhada a uma das principais atividades econômicas do município: o agronegócio.
“A significativa procura nas inscrições do curso de Tecnologia em Agrocomputação evidencia a assertividade que a gestão municipal obteve em investir também no ensino superior”, declarou a secretária de Educação, Elaine Lovatel.
A graduação tem como objetivo formar profissionais capacitados para otimizar recursos e aumentar a produtividade no campo, por meio do uso de tecnologias como satélites, sensores, drones, aplicativos, inteligência artificial e máquinas conectadas, contribuindo diretamente para o desenvolvimento econômico do município.
É importante destacar que um dos valores fundamentais da gestão é a busca por construir um futuro promissor para Lucas do Rio Verde, sem perder de vista as demandas do presente, garantindo a qualificação profissional sem a necessidade de deslocamento para outras cidades. Alinhada a essa iniciativa, a Secretaria de Educação segue dedicada em oferecer uma educação básica de excelência para as crianças do município.
Iniciativas como essa demonstram o empenho da Prefeitura em fortalecer a educação e promover o crescimento sustentável da cidade, criando um ambiente de oportunidades para toda a população.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Política6 dias atrásMudanças no seguro rural seguem para sanção
-
Política5 dias atrásCaso Master: Viana pede providências em relação a denúncias contra Moraes
-
Esportes7 dias atrásVasco vence o Vitória novamente e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Esportes6 dias atrásGrêmio vence o Internacional por 3 a 1 e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Saúde6 dias atrásPalestra aborda protocolo dos Bombeiros para vítimas de violência
-
Política5 dias atrásCongresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado
-
Opinião2 dias atrásIndependência é também construir o futuro que queremos para o Brasil
