LUCAS DO RIO VERDE
Matrículas para o projeto Nós Podemos Nadar iniciam nesta quarta-feira (28)
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Educação, informa que as matrículas para as aulas de natação para iniciantes do projeto social Nós Podemos Nadar abrem nesta quarta-feira (28). A modalidade é ofertada gratuitamente e as aulas acontecem nas piscinas das escolas do município.
Estão sendo ofertadas vagas para as turmas regulares (alunos de 6 a 17 anos) e para as turmas de adaptação, destinadas às crianças com deficiência (PcD) de 6 a 12 anos.
A matrícula pode ser realizada nos dias 28 e 29 de janeiro na piscina da Escola Vinícius de Moraes, localizada na rua Cedro, nº 61-S, bairro Jardim Primaveras.
Já no dia 29 de janeiro (quinta-feira) as inscrições também poderão ser feitas na piscina da Escola Cecília Meireles, localizada na rua Amazonita, nº 1026, bairro Tessele Junior.
O atendimento, em ambas as unidades, ocorre das 7h30 às 10h30 e das 13h30 às 16h30.
Para realizar a inscrição é necessário apresentar as cópias dos seguintes documentos:
• RG e CPF do responsável
• RG e CPF ou Certidão de Nascimento da criança
• Comprovante de endereço atualizado
• Laudo médico (para alunos PcD)
As aulas acontecem nas piscinas das escolas municipais Vinícius de Moraes, Olavo Bilac e Cecília Meireles. No ato da matrícula, serão informados o local e os horários das aulas.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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