LUCAS DO RIO VERDE
Meia Maratona “O Semeador”: Entrega dos kits começa nesta quinta-feira (25)
LUCAS DO RIO VERDE
A 1ª edição da Meia Maratona “O Semeador” está nos preparativos finais e promete agitar o domingo (28), em Lucas do Rio Verde. A competição reunirá 1.850 atletas de diversas regiões do Brasil, com largada às 6h, na rotatória da Prefeitura.
A entrega dos kits de participação será realizada a partir desta quinta-feira (25), e seguirá na sexta (26) e no sábado (27), sempre das 16h às 20h, no Centro de Eventos Roberto Munaretto. Não haverá entrega de kits na Prefeitura e nem no dia da corrida.
Os kits incluem os itens obrigatórios para os participantes e brindes da organização.
A prova será disputada em três distâncias: 7 km, 14 km e 21 km, todas dentro do perímetro urbano da cidade. Os atletas dos 7 km farão uma volta no percurso; os de 14 km, duas voltas; e os de 21 km, três voltas.
A Meia Maratona “O Semeador” é uma realização da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, em parceria com a empresa FS, e conta com o apoio do Sicredi Ouro Verde, Eletromóveis Martinello e Agrobaggio.
Já estão confirmados corredores de todo o estado de Mato Grosso, além de participantes de outros estados como Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rondônia e São Paulo.
Homenagem ao povo luverdense
A Meia Maratona “O Semeador” é uma homenagem à força e à esperança do povo de Lucas do Rio Verde. A competição foi aberta a participantes de ambos os sexos, com idade mínima de 16 anos para a prova de 7 km, e 18 anos para as distâncias de 14 km e 21 km.
As inscrições foram encerradas em 28 de agosto, com 1.850 vagas preenchidas. Para garantir segurança e conforto aos atletas, a organização disponibilizará pontos de hidratação, ambulância, fechamento de ruas e apoio das forças de segurança.
A corrida contará com premiação total de R$ 111.600,00 em dinheiro, divididos por categoria:
7 km: R$ 18.800,00
14 km: R$ 24.800,00
21 km: R$ 68.000,00.
Confira abaixo o regulamento completo da Meia Maratona “O Semeador”:
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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