LUCAS DO RIO VERDE
Natal da Esperança 2025 encerra com sentimento de missão cumprida e memórias que ficarão no coração da cidade
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, encerrou nesta terça-feira (06) o Natal da Esperança 2025, após 30 dias de programação, com avaliação positiva e sentimento de dever cumprido. Realizado no Centro de Eventos Roberto Munaretto, o evento consolidou-se como uma importante ação cultural do Município, voltada à valorização do verdadeiro significado do Natal: união, esperança, fé e solidariedade.
A abertura oficial do Natal da Esperança 2025 ocorreu na noite de sábado, 6 de dezembro, com a presença de autoridades municipais, representantes das instituições parceiras e da comunidade em geral. A Vila Encantada foi oficialmente apresentada ao público com a chegada do Papai Noel, marcando o início da programação natalina e reforçando o caráter familiar e comunitário do evento.
“A mudança do local foi necessária para garantir mais conforto e segurança às famílias. Mais importante que o local foi manter vivo o verdadeiro significado do Natal, que é o nascimento do Menino Jesus, a verdadeira magia que encantou a todos, especialmente as nossas crianças. Parabéns à Secretaria de Cultura e Turismo por mais essa importante ação e programação”, ressaltou o prefeito Miguel Vaz.
A iniciativa é da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, com patrocínio da Sicredi Ouro Verde, apoio da FS e parceria da Translocave e do Arroz Rizon. As parcerias institucionais contribuíram de forma significativa para a estruturação do evento, garantindo organização, acessibilidade e qualidade nas atividades ofertadas. A programação ocorreu de terça a domingo, ao longo de 30 dias, no Centro de Eventos Roberto Munaretto.
Conforme a secretária municipal de Cultura e Turismo, Luciana Bauer, a escolha por um espaço fechado foi estratégica para assegurar melhores condições de atendimento ao público. “A mudança da tradicional rotatória do Paço Municipal para o Centro de Eventos se deu em razão do período chuvoso, que poderia comprometer tanto a participação das famílias quanto a preservação dos adereços natalinos. O espaço permitiu oferecer uma programação organizada, segura e adequada ao público”, ressaltou.
Entre os destaques desta edição estiveram a Fábrica de Doces e a Fábrica Mágica de Brinquedos, espaços interativos voltados ao público infantil, nos quais as crianças puderam participar de atividades lúdicas e levar para casa um doce e um brinquedo, promovendo vivências educativas e culturais relacionadas ao Natal.
A programação do Natal da Esperança 2025 incluiu apresentações artísticas, música, dança, teatro, contação de histórias, Feira de Artesanato, Praça de Alimentação nas áreas interna e externa, Parque de Diversões e passeio de ônibus. As atividades atenderam públicos de diferentes faixas etárias e contribuíram para o fortalecimento do convívio familiar e da valorização da cultura local.
Com o encerramento desta edição, o Natal da Esperança reafirma-se como uma política cultural consolidada no município, promovendo integração social, acesso à cultura e fortalecimento dos vínculos comunitários.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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