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Obras da nova prefeitura alcançam 27% e prefeito destaca ganhos para Sinop com nova estrutura

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Com 27,6% da obra executada, a nova sede da Prefeitura de Sinop avança como um dos principais projetos de modernização da gestão pública municipal. O novo complexo administrativo reunirá todas as secretarias municipais em um único espaço, garantindo mais agilidade, organização e facilidade de acesso da população aos serviços públicos.

Durante recente vistoria às obras, o prefeito Roberto Dorner destacou que a futura estrutura representa mais um marco do desenvolvimento da Capital do Nortão. “A gente pensa no dia de hoje, mas também no futuro. Essa prefeitura vai servir à sociedade sinopense pelos próximos 40 anos. Então, esse é o marco que fica, e a gente tem que fazer a nossa parte, inclusive uma prefeitura digna, para que os servidores e colaboradores tenham condições de trabalhar e atender os nossos munícipes”, destacou.

O chefe do Executivo Municipal ressaltou ainda que, com a centralização das pastas municipais em um único local, o município economizará com aluguéis, já que atualmente muitas secretarias funcionam em estruturas locadas. “Vamos sair de grandes aluguéis, então a economia vai ser muito grande. E a gente sabe que, com essa economia, poderá fazer ainda mais pela cidade”, acrescentou.

O novo Paço Municipal está sendo construído em um terreno de 33.653,14 m², no Residencial Nossa Senhora Aparecida, com acesso pela Avenida Bruno Martini. Estão sendo erguidas duas torres, uma com seis e outra com oito pavimentos, totalizando cerca de 317 salas planejadas para atender com eficiência às demandas da comunidade.

Ao todo, a obra contará com 12.905,20 m² de área construída. As duas torres serão interligadas. Neste momento, foi finalizada a montagem da estrutura da torre 2 (de seis pavimentos). Também está sendo realizada a instalação da estrutura em drywall do 2º pavimento, além do início da instalação da estrutura de vidro laminado na torre 2.

O secretário de Governo e Planejamento Estratégico, Klayton Gonçalves, acompanhou o prefeito nas vistorias e destacou a importância da obra. “Primeiro, a qualificação dos serviços, em que todos estão próximos, traz resultado para o contribuinte, que chega à prefeitura e pode acessar todas as secretarias. Dessa maneira, para qualquer estudo técnico ou dúvida diária que se possa ter, você consegue ganhar muito tempo a partir do momento em que tem tudo centralizado. Além disso, para o prefeito também, ter todo o seu secretariado à disposição para reuniões e ações estratégicas, pensando no futuro do nosso município. E, claro, para todos nós, servidores públicos que trabalhamos no dia a dia, isso representa uma qualidade de vida que, com certeza, fará com que haja um rendimento muito melhor para toda a população”, pontuou.

O que acontecerá com a sede atual

A sede atual, localizada na Avenida das Embaúbas e que atende o município desde sua fundação, também já tem destino definido. De acordo com o prefeito, o espaço deverá servir como centro de distribuição de materiais e equipamentos para secretarias como Educação e Saúde, por exemplo.

“A estrutura atual foi reformada, está organizada, para que possamos fazer esse centro de distribuição de ao menos três secretarias lá. Então, não vamos desocupar o espaço. Inclusive, vamos ocupá-lo ainda mais, utilizando o pátio [hoje estacionamento], para que possamos aproveitar cada vez mais o nosso dinheiro, que hoje é empregado em aluguéis”, destacou Dorner.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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