LUCAS DO RIO VERDE
Obras de nova UBS no Nico Baracat avançam; prefeito faz nova vistoria
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O prefeito Roberto Dorner realizou nova vistoria nas obras da nova Unidade Básica de Saúde (UBS) que está sendo construída no Residencial Nico Baracat. “A obra está indo muito bem, com uma boa equipe trabalhando. E, quando a obra vai bem, a gente sente a diferença de um dia para o outro”, destacou o chefe do Executivo ao comparar com a última vistoria realizada. “Hoje, a obra já está quase rebocada, praticamente pronta. E essa obra, dentro do prazo legal, do prazo estipulado, será entregue”, acrescentou.
A unidade está sendo construída em um espaço de 3.145,54 m² e, quando pronta, terá 602,77 m², compreendidos entre área construída, calçada impermeável (98,31 m²) e área para ambulância (29,25 m²). A unidade em construção atenderá, diretamente, 1.440 famílias que se mudaram recentemente para o residencial entregue pela Prefeitura.
A vistoria foi acompanhada pelo secretário de Saúde, Érico Stevan, que lembrou que, além da UBS Nico Baracat, o município trabalha no processo licitatório de mais duas unidades de saúde. “Iniciamos, no ano passado [setembro], a obra da unidade do Nico Baracat, que é uma UBS de mais de 600 metros quadrados, com investimentos de aproximadamente R$ 4 milhões, onde o prefeito pensa realmente em chegar mais próximo da população, investindo em pessoas. Já lançamos a licitação também do Dauri Riva e do Villa Verde. Então, são mais duas UBS já em processo licitatório”, disse.
Para o vice-prefeito Paulinho Abreu, com a construção da unidade e das outras duas que estão em processo licitatório, o município ampliará a cobertura da atenção primária em saúde. “O prefeito pegou a cidade com menos de 50% de cobertura e vai entregar com mais de 80% de cobertura na atenção básica, o que é muito importante, porque, assim, reduzem-se as filas lá na ponta, como na UPA, por exemplo. É um trabalho preventivo. Então, é a Prefeitura de Sinop investindo na cobertura da atenção básica para atender a população nos diversos bairros da cidade, contemplando todas as regiões”, finalizou.
Outros investimentos
Além da construção da unidade de saúde, outros três projetos já estão em execução para atender a população, sendo dois na educação: uma creche com 1.545,99 m² de área construída e 11 salas, com capacidade para atender até 350 crianças; e também uma Escola Municipal de Educação Básica (Emeb), viabilizada em parceria entre a Prefeitura de Sinop e o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), com capacidade para atender 600 alunos de 6 a 11 anos e que contará com 12 salas de aula.
Nesta unidade, a Prefeitura atua junto ao Estado na finalização dos processos burocráticos para a retomada da obra, após a empresa vencedora da licitação abandonar os trabalhos.
No esporte, o município está com processo licitatório em andamento para a construção de um Espaço Esportivo Comunitário, que contará com campo de futebol society com grama sintética, quadra 3×3 (meia quadra de basquete), parque infantil e pista de caminhada. O espaço seguirá diretrizes do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, e a expectativa é de que as obras iniciem ainda neste ano.
Para o residencial, o município também planeja contemplar a região com uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e outros importantes equipamentos públicos.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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