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Operação Cidade Limpa chega à 7ª edição e reforça segurança da população; mais de 800 kg de cabos removidos em Sinop

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A Prefeitura de Sinop segue avançando com a Operação Cidade Limpa, que chega à sua 7ª edição com foco na identificação, organização e retirada de fios e cabos de internet e telefonia instalados de forma irregular nos postes de iluminação pública. A iniciativa tem como principal objetivo melhorar a segurança urbana, além de contribuir para a organização visual da cidade. Nesta etapa, os trabalhos estão concentrados na Avenida das Acácias, no trecho entre as avenidas dos Flamboyants e das Palmeiras, dando continuidade às ações já realizadas em diversas vias do quadrilátero central.

Nesta edição, a operação reúne 15 empresas de telefonia e internet, além da concessionária Energisa, em uma força-tarefa coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. De acordo com a secretária da pasta, Rúbia Naves, a ação vai além da estética urbana. “Estamos promovendo a retirada de cabos excedentes e sem utilização, atendendo à Lei Municipal nº 3084/2022. Mais do que uma questão visual, essa é uma ação de segurança. Tivemos recentemente um incidente envolvendo fios, o que reforça a necessidade desse trabalho contínuo”, destacou.

Desde o início da operação, ainda em 2025, a ação vem sendo intensificada e, com a etapa atual, o município deve alcançar a marca de aproximadamente uma tonelada de cabos retirados das redes. Até o momento já foram removidos mais de 800 kg de fiação e cabos, o que representa cerca de 2 a 3 bags cheios. São uma média de 150 kg de material retirado por ação. A previsão é de que os trabalhos sigam ao longo de todo o ano de 2026, com expansão para os bairros após a conclusão das ações na região central.

A secretária também reforçou a importância da participação da população. “Pedimos que os moradores nos ajudem, informando locais onde há fios soltos ou em situação de risco. A cidade cresceu muito e, com o apoio da população, conseguimos atuar com mais agilidade”, orientou. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (66) 99651-2891.

A iniciativa conta ainda com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), que atua na organização do trânsito e na segurança das equipes durante a execução dos trabalhos. Segundo o GCM Pereira, o foco é garantir a integridade tanto dos trabalhadores quanto da população que circula pelas áreas atendidas. “A gente vai estar à disposição o dia todo nessa ação e com certeza em outros dias, em formato de revezamento de equipes para darmos esse suporte para os profissionais que estão nessa ação de hoje”, comentou ele.

Para o setor de telecomunicações, a ação também representa um avanço na qualidade dos serviços. O coordenador de infraestrutura da GB Online, Júlio Macedo, destacou a importância da atuação conjunta. “Essa parceria entre as empresas e o poder público é fundamental para garantir eficiência. Além da organização da cidade, essa ação impacta diretamente na segurança dos moradores e na qualidade dos serviços prestados”, afirmou.

Ele também pontuou a necessidade de padronização por parte das empresas para garantir a continuidade dos resultados. “Não adianta apenas realizar a limpeza se não houver um compromisso das empresas em manter um padrão de organização. É um trabalho coletivo e contínuo”, completou.

A Operação Cidade Limpa visa, principalmente, a segurança de quem usa as vias públicas do município.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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