LUCAS DO RIO VERDE
Padaria Escolar garante merenda de qualidade para mais de 14 mil alunos em Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
O pão francês fresquinho e os lanches deliciosos que chegam à mesa do refeitório das escolas municipais, e fazem a alegria da criançada, é produzido diariamente com muito carinho pela equipe da Padaria Escolar de Lucas do Rio Verde. O trabalho, realizado sob a gerência da Secretaria de Educação, garante que os mais de 14 mil alunos da rede municipal tenham acesso a uma alimentação escolar de qualidade.
Antes mesmo do amanhecer, a equipe de seis padeiros coloca os nove fornos da unidade para funcionar a todo o vapor. Para que as massas cresçam e expressem todo o seu sabor e textura, elas são preparadas durante o dia e assadas na madrugada, seguindo um processo de fermentação cuidadoso.
“O grande ganho de iniciar o trabalho de madrugada é a maximização do tempo de produção da padaria e da utilização dos equipamentos. Além disso, conseguimos entregar um pão com muito mais qualidade, saboroso e fresquinho para as crianças”, destacou o padeiro Antônio Nascimento.
São mais de 100 mil unidades de pão francês que, ao longo de todo o mês, garantem um saboroso café da manhã para os alunos das 24 unidades de ensino da rede municipal.
Também são preparados, mensalmente, cerca de 13.600 unidades de pão de cachorro-quente, mais de quatro toneladas de bolacha caseira, 916 formas de cuca, 880 formas de bolo, 984 formas de tortas salgadas e mais de 100 mil unidades de bisnaguinha.
“É uma grande satisfação fazer parte desse trabalho tão importante, que garante alimentação saudável e de qualidade para milhares de crianças e adolescentes de Lucas do Rio Verde. A padaria escolar já se tornou referência para outros municípios, graças ao empenho de uma equipe dedicada que está sempre em busca de oferecer o melhor”, declarou o coordenador da Padaria Escolar, Edilton Alves.
O cuidado com a produção dos lanches vai além, contando também com o acompanhamento nutricional. A nutricionista Vânia Haraki ressalta que o fornecimento de uma alimentação saudável e segura garante aos alunos condições básicas para um bom rendimento escolar. “A inclusão de alimentos perecíveis e não perecíveis é fundamental para compor um cardápio balanceado e nutritivo, proporcionando aos estudantes a oportunidade de desenvolver hábitos alimentares saudáveis. Além disso, a oferta nutricional é enriquecida com a adição de cenoura, beterraba, abobrinha e abóbora nas preparações da panificação”.
A aluna do 1º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Érico Veríssimo, Sophia dos Santos, já escolheu o seu lanche preferido: pão com doce de leite. “Todos os lanches da escola são muito gostosos, mas o meu preferido é pão com doce de leite e iogurte”.
O trabalho da equipe da Padaria Escolar reflete o cuidado da gestão municipal e da Secretaria de Educação com cada aluno da rede municipal, reforçando o compromisso de garantir uma alimentação saudável que contribua para o aprendizado e o bem-estar das crianças. Afinal, cuidar da merenda escolar é, acima de tudo, cuidar do futuro de Lucas do Rio Verde.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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