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Palestra sobre alergias amplia conhecimento e orienta aposentados e pensionistas no Previ Sinop

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O Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de Sinop, Previ Sinop, promoveu, nesta quinta-feira, dia 23, pela manhã, uma importante palestra voltada aos aposentados e pensionistas, com a presença da médica imunologista e alergista, Dra. Leticiane Socreppa. Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a informações fundamentais sobre alergias, seus sintomas, formas de diagnóstico e tratamento, em um momento de aprendizado e troca de experiências.

Na ocasião, a especialista destacou que as alergias, especialmente as alimentares, ainda são pouco reconhecidas na população idosa, podendo surgir mesmo na fase adulta e sendo frequentemente confundidas com intolerâncias ou efeitos de medicamentos. A médica também explicou sobre fatores como a imunossenescência , alterações naturais do sistema imunológico com o envelhecimento, que podem contribuir para o desenvolvimento dessas reações, além de abordar os principais sintomas, como urticária, dificuldades respiratórias e problemas gastrointestinais.

Para a aposentada Janaina Dias de Oliveira Dutra, a iniciativa foi extremamente positiva. “Tirei muitas dúvidas e já saí direcionada sobre o que fazer em referência à alergia que todos da minha família têm. Foi muito gratificante a palestra”, destacou.

Emi Elaine, professora aposentada, também ressaltou a relevância do momento. “Muito interessante, são coisas que passamos diariamente e precisamos ficar atentos, principalmente para alimentação e o sistema imunológico e as coisas que temos que prevenir. Ela usou um linguajar muito bom para nossa compreensão”, afirmou.

A palestra também trouxe orientações práticas sobre prevenção e cuidados, reforçando a importância do diagnóstico correto, que envolve avaliação clínica e exames específicos. Entre os pontos abordados, estiveram ainda os principais alimentos associados a alergias, fatores de risco como uso de medicamentos e doenças gastrointestinais, além das formas de tratamento, que incluem desde a exclusão alimentar até o uso de medicamentos adequados e planos de ação em casos mais graves.

Em caso de qualquer sintoma procure a unidade de saúde mais próxima de sua casa!

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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