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Paralimpíadas: atletas luverdenses conquistam medalhas em competição nacional

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Lucas do Rio Verde foi uma das sete cidades de Mato Grosso representadas na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2025, com quatro atletas paralímpicos. O evento é dividido por modalidades, sendo o atletismo disputado entre os dias 17 e 22 de novembro, em São Paulo (SP).

O resultado da competição são sete medalhas de primeiro lugar, uma de segundo lugar e uma de terceiro lugar, conquistados somente por atletas luverdenses, fruto de muito esforço e dedicação dos alunos treinados pela professora Luciana Mafra Stefanello.

Maria Clara Coelho Anton, de 14 anos, conquistou três ouros, sendo um no Lançamento de Club, um no Lançamento de Disco e um no Arremesso de Peso (Classe F32 | Sub-16).

A atleta paralímpica Ewellyn Vitória Trindade Correa, de 16 anos, também venceu em três provas, batendo record na corrida de 100 e 400 m, e também ouro no Lançamento de Disco (Classe T/F35 | Sub-18).

Já o atleta Ian Gabriel Carneiro Guimarães, de 14 anos, conquistou duas medalhas na competição, uma de 2º lugar no Lançamento de Disco e uma de 3º lugar no Lançamento de Dardo (Classe F33 | Sub-16).

Para fechar a participação, o João Vitor Oliveira Luzzatto, de 12 anos, também conquistou medalha de ouro na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2025, na modalidade Lançamento de Pelota (Classe T/F37).

Lucas do Rio Verde ainda terá a participação de um atleta na segunda etapa da competição, na modalidade bocha Paralímpica, o Wander Clinton. A última etapa finaliza na sexta-feira (28).

Este ano, os atletas participaram de três competições: as duas primeiras foram a nível estadual, realizadas em Mato Grosso, e a etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2025.

A delegação de Mato Grosso contou com mais de 80 integrantes, sendo a delegação do atletismo composta por 51 pessoas, entre técnicos, pais, staffs e atletas, além da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso.

“Várzea Grande foi com nove atletas e nós com quatro. Então, nós eramos a cidade com mais representantes. Nessa fase aqui do nacional do atletismo participaram as cidades de Lucas, Paranatinga, Rondonópolis, Várzea Grande, Cuiabá, Cáceres e Primavera do Leste. Do quadro geral de medalhas da Nacional, o Mato Grosso pela primeira vez ficou entre os top 10 do país. Nós ficamos em nono lugar no quadro geral de medalhas do atletismo e a gente só busca melhorar”, ressaltou a professora Luciana.

Com a finalização das Paralimpíadas Escolares, a delegação encerra o calendário de competições do ano, com expectativa de novas vitórias em 2026.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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