LUCAS DO RIO VERDE
Pescaria infantil abrirá inscrições para crianças de 6 a 12 anos
LUCAS DO RIO VERDE
O tradicional Festival de Pesca Esportiva Mirim chega a sua décima edição em Lucas do Rio Verde e contará com a participação e alegria do público infantil. As inscrições estarão abertas a partir da próxima sexta-feira (10), com vagas para crianças de 6 a 12 anos.
A 10ª Pescaria Mirim é uma realização da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e da Rádio Regional FM, concretizada através da Secretaria de Esporte e Lazer. A pesca será realizada no dia 23 de agosto de 2026, a partir das 7h30 horas, no Lago Municipal Ernani José Machado.
As inscrições poderão ser feitas de forma presencial, em horário comercial na Africano Caça e Pesca, na Avenida Mato Grosso, no Centro, até o dia 29 de julho de 2026, ou até o limite máximo de 150 inscrições. Não haverá inscrição no dia do evento.
Conforme o regulamento da atividade esportiva, poderão participar do Festival de Pesca Esportiva Mirim – 2026 crianças de seis (6) a doze (12) anos (nascidos 2014 e 2020), que durante a prova poderão ser acompanhados por três pessoas (pai, mãe ou responsável), previamente identificadas no momento da confirmação da inscrição.
Para a realização da inscrição será cobrado R$ 40,00. O Festival de Pesca Esportiva Mirim – 2026 de Lucas do Rio Verde consiste em pesca de barranco, utilizando o sistema pesque e solte, das 07h30 às 9h, no dia 23 de agosto de 2026, no Lago Municipal Ernani José Machado.
A premiação será de acordo com o maior número de pontos válidos conquistados pelo participante consistindo no seguinte:
1º Lugar – Troféu, 01 Bike e um kit de pesca;
2º Lugar – Troféu, R$ 400,00 e um kit de pesca;
3º Lugar – Troféu, R$ 300,00 e um kit de pesca;
4º Lugar – Troféu, R$200,00 um kit de pesca;
5º Lugar – Troféu, um kit de pesca; e do 6º ao 10º Lugares – medalha.
Confira abaixo o regulamento completo do Festival de Pesca Esportiva Mirim:
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Política6 dias atrásMudanças no seguro rural seguem para sanção
-
Política5 dias atrásCaso Master: Viana pede providências em relação a denúncias contra Moraes
-
Política5 dias atrásCongresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado
-
Agricultura7 dias atrásBrasil importa 73% das vacinas contra doença fatal no gado
-
Política6 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Entretenimento6 dias atrásAna Castela diverte fas ao correr atrás de garoto no meio de uma multidão: ‘Atentado’
-
Política7 dias atrásDra. Eudócia cobra esclarecimentos sobre saúde pública em Alagoas
