LUCAS DO RIO VERDE
Planejamento da Secretaria de Assistência Social e Habitação define ações e investimentos para 2026
LUCAS DO RIO VERDE
A Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação realizou, ao longo de dois dias, uma reunião de planejamento para definir as ações que serão executadas em 2026. O encontro reuniu todas as unidades da pasta e teve como foco organizar os serviços, ajustar ações já existentes e criar novas iniciativas voltadas à população que mais precisa.
Durante a reunião, cada setor apresentou seu planejamento e as ações previstas para o próximo ano. Participaram as equipes da Habitação, Cras I, Cras II, Cras III, Família Acolhedora, Casa Lar, Casa Cidadã, Conselho Tutelar, Centro de Referência de Atendimento à Mulher, Controle Social e Atendimento a Imigrantes.
Segundo a primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, o objetivo foi avaliar o trabalho realizado, melhorar os serviços e garantir que as ações cheguem de forma mais eficiente às famílias atendidas. “Esse planejamento é importante para organizar o trabalho de cada unidade e garantir que os serviços continuem funcionando bem ao longo de 2026. A ideia é ajustar o que for preciso e avançar onde for necessário”, destacou Janice Ribeiro.
Além da definição das ações, o planejamento também apresentou a previsão de investimentos para 2026. O município deve aplicar aproximadamente R$ 16,8 milhões em serviços de assistência social e R$ 20 milhões em habitação, totalizando cerca de R$ 36,8 milhões.
Entre as ações previstas estão a construção de unidades habitacionais, reformas em prédios públicos como Cras e Creas, fortalecimento do atendimento às famílias, ações voltadas às mulheres, crianças, idosos, pessoas em situação de rua e imigrantes, além da oferta de cursos de qualificação profissional.
Ao final do encontro, todas as ações apresentadas pelas unidades foram aprovadas e vão orientar o trabalho da Secretaria de Assistência Social e Habitação ao longo de 2026.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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