LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura de Lucas do Rio Verde assina concessão de área para a APAE
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde oficializou, nesta segunda-feira (29), a assinatura do termo de concessão de direito real de uso de bem imóvel público em favor da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) do município. O ato garante à instituição a regularização do terreno já utilizado, como também uma nova área, onde será construído o novo prédio da entidade.
Com a assinatura, a APAE poderá avançar no projeto que prevê a construção de uma nova escola, seguindo os padrões das instituições municipais da região. O contrato firmado tem a vigência de 15 anos, podendo ser prorrogada por igual período mediante manifestação expressa das partes e celebração de termo aditivo específico.
O prefeito Miguel Vaz destacou que o ato reforça o compromisso do Município com a inclusão e fortalecimento de instituições que transformam vidas.
“A APAE tem um trabalho extraordinário em Lucas do Rio Verde e merece todo o nosso respeito e reconhecimento. A assinatura desse termo é mais do que a cessão de um terreno, é a garantia de que a entidade poderá ampliar seu atendimento, o que representa cuidado e inclusão para muitas famílias”, afirmou.
O vice-prefeito Joci Piccini também ressaltou a importância do momento. “Quando a gente fala em APAE, já é muito importante. Então, a Prefeitura está fazendo a parte dela, ajudando, colaborando com essa entidade que é fundamental para o município, para atender pessoas e famílias que precisam. Lucas está crescendo e a APAE também cresce junto. A gente sempre faz isso com muito carinho”, disse.
O presidente da APAE-LRV, Marcos Tomazin reforçou que a concessão do terreno representa um avanço importante para a instituição. “A prefeitura sempre esteve ao nosso lado. A cessão desse direito real de uso é de extrema importância, pois regulariza as áreas já utilizadas pela APAE e viabiliza a construção da nova escola, que terá a entrada de frente para a Avenida Pará. A ideia é iniciar a obra ainda em novembro e concluí-la em até dois anos, mas iniciar em novembro para que a gente possa buscar mais parceiros”, explicou.
Com a cessão do terreno, a Prefeitura reafirma o seu compromisso de continuar fortalecendo a rede de inclusão e atendimento às pessoas com deficiência.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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