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Prefeitura de Sinop assina ordem de serviço para asfaltamento de 13 pontos da cidade

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A Prefeitura de Sinop, por meio do prefeito Roberto Dorner, assinou a ordem de serviço para a empreiteira responsável pela execução de mais de 120 mil metros quadrados de pavimentação asfáltica em 13 pontos do município, com investimento superior a R$ 38,2 milhões. As obras já começaram e ocorrem simultaneamente em três frentes de serviço: Estrada Dalva (9,4 mil m²), Rua Alberto Baranjak (3,7 mil m²) e Estrada Claudete/Avenida Joaquim Socreppa (3,2 mil m²). O contrato é fiscalizado e acompanhado pela Secretaria de Obras e Serviços Urbanos.

As obras contemplam mais de 15,2 quilômetros de vias públicas. O prefeito Roberto Dorner destacou a importância da assinatura da ordem de serviço para um dos maiores pacotes de obras em andamento no município e lembrou que a execução era aguardada há anos pela população. Segundo ele, o início dos trabalhos deveria ter ocorrido ainda no ano passado, mas entraves administrativos impediram o avanço.

“Tivemos um problema muito sério no ano passado. A empresa que venceu a licitação começou o trabalho, mas praticamente nem iniciou e já abandonou a obra, porque não tinha condições de executar o serviço. Infelizmente, em licitações aparecem aventureiros que querem pegar a obra, mas não têm capacidade para fazer. Foi o caso dessa empresa. Depois disso, tivemos que relicitar todo o processo, e isso levou praticamente um ano”, explicou.

Dorner esclareceu que a empresa vencedora do certame é a STA Empreendimentos, empresa de atuação nacional, classificada após a desclassificação de outras participantes que não atenderam às exigências do processo.

“Essa é a oitava empresa classificada na licitação e apresentou condições reais de executar os serviços. A empresa é da Bahia e, pelo que pesquisamos, é grande e estruturada. Agora a obra começou de verdade. A empresa está trabalhando direto e fazendo as coisas acontecerem, como já deveria ter acontecido antes. O dinheiro está na conta e os serviços estão sendo executados”, comentou.

Um dos principais trechos contemplados pelo pacote é a Estrada Dalva, obra aguardada há anos pelos moradores dos residenciais Pérola, Lisboa e da região do Grande São Cristóvão. No local, os trabalhos já seguem em ritmo acelerado. O secretário de Obras e Serviços Urbanos, Lindomar Guida, acompanhou o início das obras, que começaram pela implantação da rede de drenagem de águas pluviais. A via foi uma das que tiveram os serviços iniciados e posteriormente abandonados pela empresa vencedora da licitação anterior.

“A Estrada Dalva é uma das primeiras vias a receber as obras, e estamos dando início, novamente, às obras de asfalto dessa importante avenida que faz parte da região do Grande São Cristóvão. A gente consegue compreender que os moradores estão muito contentes, e com razão. É uma espera de muitos anos que começa a se tornar realidade. Agora, por determinação do prefeito Roberto Dorner, estamos iniciando os trabalhos em 13 pontos da cidade. Em breve, os moradores terão o benefício desse tão sonhado asfalto, que vai ajudar a acabar com a poeira, a lama e trazer mais qualidade de vida para todos. Porque asfalto também é saúde”, destacou Guida.

Gildenor Sousa dos Santos, morador e empresário da região beneficiada pelas obras da Estrada Dalva, ressaltou os impactos positivos da pavimentação.

“Eu, como morador e dono de comércio na região, vejo que essa obra vai trazer muita melhoria, porque acaba com a poeira e ainda valoriza os imóveis da gente. Tenho que agradecer ao prefeito Roberto Dorner e ao secretário Lindomar. Só temos a agradecer, porque vai ser muito bom para o nosso bairro”, afirmou.

Gil Lima, também morador da região, acompanhou o início dos serviços e definiu a obra como a realização de um sonho antigo da comunidade.

“Como vocês podem ver, as melhorias já começaram a acontecer na Estrada Dalva. Nós, moradores da região do Grande São Cristóvão e aqui do Lisboa, onde eu resido, estamos muito contentes por termos sido ouvidos. Agora, sim, um sonho antigo da população começa a se tornar realidade, que é o asfalto. Isso é um bem para toda a comunidade que mora aqui no Grande São Cristóvão”, declarou.

O pacote de obras contempla as seguintes localidades:

Bom Jardim (parcial);
Estrada Dalva (parcial);
Avenida Joaquim Socreppa e Avenida Claudete (parcial);
Comunidade Águas Claras;
Maria Carolina I;
Comunidade Adalgisa (Estrada Ruth e Estrada Cirineu Coan, além da comunidade);
Estrada Cláudia (parcial);
Cidade Jardim III (parcial);
Maria Carolina II;
Rua dos Caxins;
Estrada Áurea;
Chácaras Planalto;
Duplicação da Rua Alberto Baranjak.

Trânsito/Interdições

A Secretaria de Segurança e Trânsito orienta a população a evitar o tráfego nas vias em obras para reduzir transtornos e garantir a segurança durante a execução dos serviços. Há interdições parciais nas vias de acesso à Estrada Dalva, no trecho entre os residenciais Pérola e Lisboa, além de alterações no trânsito na Rua Alberto Baranjak, ao lado do Machado Supercenter, e na Estrada Claudete.

“É necessário que a população tenha paciência e que os moradores procurem outras rotas para se deslocar, sempre com o máximo de atenção, para evitar acidentes. Conforme a obra for avançando e os trechos forem sendo concluídos, iremos liberar o fluxo normalmente”, explicou o comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), Campagnaro.

Economia

A contratação da STA Empreendimentos representou economia de 5% aos cofres públicos, o equivalente a pouco mais de R$ 2 milhões. O valor de referência da obra era de R$ 40,2 milhões, mas o contrato foi fechado em R$ 38,2 milhões após negociação.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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