LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura de Sinop celebra Semana do Bebê com entrega simbólica da chave da cidade à primeira bebê nascida em maio
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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social, realizou na manhã desta quarta-feira (6) a entrega simbólica da chave da cidade e de um certificado para Laura Juliana, primeira bebê nascida no município no mês de maio de 2026. A entrega faz parte da programação oficial da Semana do Bebê, ação desenvolvida em parceria com o Selo Unicef.
Laura Juliana nasceu no dia 1º de maio, às 8h34, com 51 centímetros de estatura e 3,198 quilos. Ela é filha de Samara Carol Ferreira da Silva, de 23 anos. Conforme a legislação municipal, o primeiro bebê nascido no início de maio recebe simbolicamente o título de “Bebê Prefeito”, como forma de destacar a importância das políticas públicas voltadas à primeira infância.
A Semana do Bebê em Sinop foi instituída pela Lei Municipal nº 2.292/2016 e ocorre anualmente durante a primeira semana de maio. Entre os critérios para a escolha do bebê homenageado estão o nascimento em Sinop por parto normal e a realização de, no mínimo, sete consultas de pré-natal pela mãe.
Durante a entrega simbólica da chave da cidade, a mãe da bebê, Samara Carol Ferreira, contou um pouco sobre a história da família. “Tenho mais três filhos, três meninos. A Laura é a minha primeira menina. Tenho um de 8 anos, um de 5 anos e um que vai fazer 4 agora em setembro. E aí veio a Laurinha para completar a família. Ela nasceu no dia 1º de maio e agora está aqui, cheia de saúde. Estamos todos muito felizes com ela. Mamãe está babando nessa coisa mais linda”, afirmou.
A mãe da bebê também comentou sobre a surpresa ao descobrir que a filha seria a “Bebê Prefeita” de 2026. “Fiquei feliz quando soube que ela era a bebê prefeita. Fiquei curiosa para saber também como seria. Mamãe está muito feliz porque ela é a prefeitinha da cidade agora”, declarou.
O vice-prefeito Paulinho Abreu ressaltou que a ação possui caráter simbólico, mas reforça a atenção do município às políticas públicas voltadas às crianças. “É um prêmio simbólico, apoiado pela Unicef, para destacar as políticas públicas da primeira infância. A Laura, primeiro bebê nascido em maio aqui no município de Sinop, recebe a chave da cidade e o certificado de bebê prefeita. A Prefeitura de Sinop também mostra que dá importância para a primeira infância e oferece todo o apoio necessário. É uma questão de saúde, é uma questão social, e o município de Sinop sempre prioriza as nossas crianças”, destacou.
A secretária municipal de Assistência Social, Sinéia Abreu, destacou que a programação faz parte das ações previstas dentro do Selo Unicef. “São protocolos que a Unicef sugere para o município e, então, foi criada a lei da Semana do Bebê. Essa Semana do Bebê acontece na primeira semana de maio e foi instituído o dia do bebê prefeito, que é o primeiro bebê que nasce no dia 1º de maio. A gente fica muito feliz de compartilhar esse momento com a família. Agora desejamos que a bebê cresça com saúde, receba toda a proteção especial destinada às crianças e que o município ofereça para ela saúde, educação e, acima de tudo, que ela cresça muito feliz”, afirmou.
A programação da Semana do Bebê segue nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) do município, com atividades voltadas aos grupos de mães e gestantes atendidos em cada unidade.
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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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