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Prefeitura de Sinop entrega nova estrutura de atendimento para Vigilância Sanitária

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, iniciou oficialmente nesta quarta-feira (6) os atendimentos da Vigilância Sanitária em novo endereço. O departamento, que anteriormente funcionava junto ao Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC), passa a atender na Rua dos Cajueiros, nº 668, no Centro de Sinop.

A mudança de local ocorre com o objetivo de oferecer melhores condições de trabalho aos servidores e ampliar a estrutura destinada ao atendimento da população e dos empresários que procuram os serviços da Vigilância Sanitária. O novo espaço possui aproximadamente 500 metros quadrados e reúne as equipes técnicas responsáveis pelas atividades de fiscalização, orientação e licenciamento sanitário.

O prefeito Roberto Dorner destacou que o crescimento de Sinop exige investimentos constantes na estrutura pública e no atendimento oferecido à população. “O município está crescendo muito e a Vigilância Sanitária estava bem apertada no lugar em que se encontrava. Hoje é uma troca de prédio para deixar o nosso servidor mais à vontade para trabalhar com mais tranquilidade e ter melhores condições. Quanto mais a cidade cresce, mais vigilância será necessária. O prédio é espaçoso para receber todos os servidores públicos que trabalham pela saúde do nosso município”, afirmou.

O vice-prefeito Paulinho Abreu ressaltou que a ampliação da estrutura acompanha o fortalecimento dos serviços da Vigilância Sanitária e contribui para reduzir prazos em processos ligados à abertura e regularização de empresas. “A Vigilância vem evoluindo desde a reforma administrativa, o chamamento do concurso e agora também passará a executar serviços que antes seriam realizados pela Vigilância Estadual, facilitando a vida e encurtando os prazos do empresário que tem pressa para abrir sua empresa. A Vigilância é um órgão que, além de licenciador e fiscalizador, também possui função orientativa. Para quem muitas vezes não conhece as exigências do seu tipo de empreendimento, a Vigilância está aqui para atender”, destacou.

O secretário municipal de Saúde, Érico Stevan, explicou que a mudança busca garantir mais qualidade tanto para os usuários quanto para os servidores que atuam no setor. “Seguindo o pedido do prefeito Roberto Dorner e do vice-prefeito Paulinho, investimos justamente na humanização do atendimento. Saímos de um prédio menor para um espaço de aproximadamente 500 metros quadrados. Isso resulta em melhor atendimento, mais conforto ao usuário e também aos nossos servidores, que passam a ter mais qualidade de trabalho para atender a população. Nós buscamos dar mais celeridade aos processos da Vigilância Sanitária”, pontuou.

Érico Stevan também reforçou que a atuação da Vigilância Sanitária vai além da fiscalização e possui impacto direto na saúde pública do município. “A Vigilância Sanitária não é simplesmente fiscalização. É atendimento à população e resolução dos problemas de uma cidade que cresce a cada dia. O poder público precisa acompanhar esse crescimento e garantir serviços com qualidade para a população”, acrescentou.

O diretor da Vigilância em Saúde, Jorge Beviláqua, explicou que o setor atua diretamente na fiscalização de alimentos, medicamentos, estabelecimentos comerciais e serviços de saúde, com foco na segurança da população. “A Vigilância Sanitária tem como responsabilidade garantir a qualidade dos alimentos que ingerimos, além de fiscalizar os estabelecimentos que fornecem alimentação e os serviços de saúde. Na questão alimentícia, avaliamos higiene, qualidade, formas de preparo, manuseio, armazenamento, distribuição e tudo o que envolve a segurança alimentar. Já na área da saúde, exigimos o cumprimento das normas sanitárias relacionadas ao armazenamento, distribuição, manuseio e aplicação de medicamentos e outros serviços”, explicou.

Jorge Beviláqua também alertou sobre a importância da regularização sanitária para empresas e estabelecimentos comerciais de Sinop. “Os munícipes que desejam abrir um estabelecimento, desde microempreendimentos até grandes empresas, precisam procurar a Vigilância Sanitária. Qualquer empresa necessita de alvará sanitário para funcionar. Quando a população utiliza um serviço sem essa regularização, existe risco à saúde e à integridade das pessoas. A empresa que procura a rede sanitária transmite mais confiabilidade ao usuário. Hoje nosso prédio comporta todas as equipes da fiscalização sanitária, com profissionais de diversas áreas, como engenharia, enfermagem, arquitetura, medicina, farmácia e odontologia, o que garante uma análise técnica adequada para cada segmento”, finalizou.

A Vigilância Sanitária de Sinop funciona na Rua dos Cajueiros, nº 668, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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