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Prefeitura de Sinop fortalece inclusão social com projeto AABB Comunidade em parceria com Assistência Social e Educação

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social e da Secretaria de Educação, mantém uma importante parceria com a AABB Comunidade, projeto que há 24 anos transforma a realidade de crianças em situação de vulnerabilidade social no município. A iniciativa atende alunos da rede municipal, com idades entre 7 e 12 anos, oferecendo atividades no contraturno escolar que contribuem para o desenvolvimento físico, social e emocional.
Com turmas de até 100 crianças, divididas entre os períodos matutino e vespertino, o projeto disponibiliza oficinas artísticas, culturais e esportivas, incluindo aulas de natação, futebol e atividades recreativas. A proposta pedagógica é baseada no conceito de “aprender brincando”, estimulando o aprendizado de forma leve e integrada.

Para o professor César Faria, a essência do programa está na construção coletiva entre família, escola e comunidade. “A premissa da AABB Comunidade é aprender brincando, dentro de um tripé que envolve a família, o projeto e a escola. São 24 anos de transformação social. É gratificante ver a alegria das crianças, que vêm por vontade própria. Aqui não tem nota ou obrigatoriedade, o que mostra o quanto elas se sentem acolhidas”, destacou. Ele também ressalta o impacto geracional do projeto: “Hoje já temos filhos de ex-alunos participando, o que mostra a continuidade desse trabalho”.

Entre os participantes, o entusiasmo é evidente. A estudante Maria Helena, de 10 anos, conta que encontrou no projeto um espaço de felicidade e diversão. “Eu me sinto muito feliz aqui. O que eu mais gosto é jogar futebol e ir no parquinho. Os professores são muito legais e estou animada para ir na piscina”, relatou.

A secretária de Assistência Social, Sinéia Abreu, reforça que a parceria com a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) é consolidada e essencial para ampliar o alcance das políticas públicas. “É uma parceria de muitos anos, que atende crianças da rede municipal no contraturno escolar. A Prefeitura entra com profissionais e acompanhamento, enquanto a AABB oferece a estrutura e apoio, como uniformes e espaço físico. É um projeto que agrega muito aos serviços da assistência social”, afirmou.

Sinéia também destacou o compromisso da gestão municipal em fortalecer parcerias que beneficiem a população. “A Secretaria está sempre de portas abertas para iniciativas que promovam o desenvolvimento saudável das nossas crianças. Esse projeto é um exemplo de como o trabalho conjunto gera resultados positivos”, completou.

A presidente da AABB em Sinop, Luzia Notário, explica que o programa faz parte de uma rede nacional coordenada pela Fundação Banco do Brasil, com apoio de diversas instituições. “É um projeto construído a muitas mãos, envolvendo a Fundação Banco do Brasil, o Banco do Brasil, a FENABB, a AABB e a Prefeitura, que é nossa principal parceira. O município fornece a equipe e coordena as atividades, enquanto nós disponibilizamos a estrutura”, explicou.
Ela ressalta ainda a importância social da iniciativa. “Atendemos crianças em situação de vulnerabilidade, com critérios definidos pelo município. Aqui, elas têm acesso a quadras, piscina, oficinas e atividades que contribuem para o desenvolvimento e para a vida. É muito gratificante ver o impacto que isso gera”, destacou.

Com estrutura completa e uma proposta educativa integrada, o AABB Comunidade segue sendo um exemplo de política pública eficaz, que alia educação, assistência social e inclusão, promovendo oportunidades e construindo um futuro melhor para crianças e famílias de Sinop.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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