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Prefeitura de Sinop inicia implantação do Protocolo Brasil Sem Fome para fortalecer segurança alimentar

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social, iniciou a implantação do Protocolo Brasil Sem Fome, iniciativa do Governo Federal voltada ao fortalecimento das ações de combate à insegurança alimentar e à redução das desigualdades sociais. O pontapé inicial ocorreu durante reunião realizada na última quinta-feira (23), com a participação da equipe técnica da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN), vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

A ação contempla cinco municípios de Mato Grosso: Sinop, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Barra do Garças. O objetivo é identificar famílias em situação de insegurança alimentar e ampliar o acesso a políticas públicas integradas voltadas à garantia do direito à alimentação.

Durante o encontro, a equipe técnica apresentou o plano de trabalho e as orientações necessárias para implantação do protocolo no município. A proposta prevê atuação conjunta entre diferentes secretarias, como Assistência Social, Saúde, Educação, Agricultura e Desenvolvimento Econômico, com foco em ações coordenadas e permanentes.

Entre as medidas previstas estão a reativação do Conselho Municipal de Segurança Alimentar (Consea), a criação da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar em Sinop e a adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). As ações buscam fortalecer a estrutura municipal de atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social.

A secretária de Assistência Social, Sinéia Abreu, destacou a importância da adesão e o impacto das medidas para a população. “A Prefeitura de Sinop formalizou a adesão ao Protocolo Brasil Sem Fome, essa importante iniciativa do Governo Federal voltada ao enfrentamento da fome e à redução das desigualdades sociais. Essa adesão reforça o nosso compromisso em garantir o direito à alimentação adequada para a população, especialmente para as famílias em situação de maior vulnerabilidade”, afirmou.

A secretária também detalhou as próximas etapas da implantação e a integração entre as políticas públicas municipais. “A proposta é atuar de forma integrada, envolvendo áreas como assistência social, saúde, educação, agricultura e geração de renda, para identificar e acompanhar as famílias em insegurança alimentar, ampliar o acesso a programas sociais e fortalecer a oferta de alimentos. Sinop foi um dos municípios selecionados, o que demonstra a nossa relevância estratégica nesse processo”, finalizou.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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