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Prefeitura de Sinop intensifica vacinação antirrábica com ações itinerantes nos bairros

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A Prefeitura de Sinop, por meio do Centro de Combate às Endemias, vinculado à Secretaria de Saúde, tem intensificado a vacinação antirrábica itinerante nos bairros do município. Nesta semana, as equipes iniciaram os atendimentos pelo bairro Boa Esperança e seguirão por outras regiões da cidade com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e reforçar a prevenção da raiva animal.

A estratégia leva a vacinação diretamente às residências para facilitar o acesso da população ao serviço gratuito oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Até o momento, Sinop já imunizou 8.270 animais contra a raiva, sendo 6.158 cães e 2.112 gatos.

A vacina antirrábica deve ser aplicada em cães e gatos a partir dos 90 dias de vida e é considerada a principal forma de prevenção contra a doença. A raiva é uma enfermidade viral grave que pode ser transmitida aos seres humanos por mordidas, arranhões ou contato com a saliva de animais infectados.

O coordenador do Centro de Combate às Endemias, Alef Souza Costa, reforçou a importância da imunização para a saúde animal e humana. “A vacina é importante porque é a única forma de prevenção contra a raiva animal. Lembrando que é uma doença que tem uma taxa de letalidade de 100% para cães, gatos e para o ser humano. Quem tem um cãozinho ou um gato com mais de 90 dias e que esteja bem de saúde, vacine-o. Quem escutar a equipe passando no seu bairro, atenda e escute as orientações que o vacinador tem para dar. E, se você tem um pet, por favor, vacine-o e proteja o seu animal e a sua família”, destacou.

A ação tem recebido aprovação dos tutores, principalmente pela comodidade do atendimento domiciliar. Marli dos Santos aproveitou a visita da equipe para vacinar três animais. “Quem tomou a vacina hoje foi a Holly, o Téo e a Cacau. É muito bom ter a vacina em casa, porque não precisa levá-los até outro local para receber a imunização. Foi tudo muito rápido. O trabalho da equipe é muito bom”, afirmou.

O tutor Ivo Ernest também elogiou a iniciativa após vacinar sua cachorrinha. “Quem vacinou hoje foi a Tita, minha cachorrinha pinscher. Foi muito prático. Essa ação é muito produtiva e muito boa”, comentou.

Para famílias com vários animais, a vacinação em casa representa ainda mais facilidade. A tutora Aparecida Fortunato destacou a importância da visita da equipe. “Hoje a Luna, a Pandora, a Lupita, o Billie, o Apolo e a Belinha receberam a vacina. A ação é muito boa, porque, como são muitos cachorros, nós não temos condições de levá-los. Minha filha também trabalha durante o dia, então fica muito difícil. Para mim foi ótimo. Foi muito bom a equipe ter vindo”, relatou.

A moradora Salete Schwertz vacinou sete cães e ressaltou que a iniciativa contribui para aumentar a adesão à campanha. “Hoje vacinaram o Bradock, o Mimoso, o Brutus, o Paquito, o Zorro, a Sofia e a Tisha. Foi perfeito, principalmente para quem tem muitos animais. É difícil levar todos. Quando a equipe vai até a residência, também não existe a desculpa de que não pode ou não consegue. É muito boa essa iniciativa”, disse.

A programação da vacinação itinerante segue nesta terça-feira (9) no bairro Boa Esperança. Na quarta-feira (10), as equipes atenderão os bairros Jardim Conquista e Jardim Vitória Régia. Na quinta-feira (11), a vacinação ocorrerá nos bairros Jardim Delta e Jardim Europa. Na sexta-feira (12), os trabalhos continuam nos bairros Jardim Europa e Jardim das Violetas. Já no sábado (13), a ação segue no Jardim das Violetas.

Para informar a população sobre a passagem das equipes, um carro de som percorre previamente os bairros contemplados. Os agentes do Centro de Combate às Endemias atuam devidamente uniformizados para facilitar a identificação pelos moradores. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato pelo WhatsApp (66) 99994-8559 ou procurar o Centro de Endemias Ivaldo José da Silva “Bill”, localizado na Avenida André Maggi, nº 660, no Residencial Nossa Senhora Aparecida.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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