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Prefeitura de Sinop ultrapassa 1,6 mil aplicações gratuitas do contraceptivo Implanon

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A Prefeitura de Sinop já realizou mais de 1.650 aplicações do contraceptivo subdérmico Implanon na rede municipal de saúde até abril de 2026. A Secretaria de Saúde disponibiliza gratuitamente o método contraceptivo para mulheres em idade fértil, entre 14 e 49 anos. O Implanon consiste em uma pequena haste flexível inserida sob a pele do braço, por meio de procedimento simples realizado com anestesia local.

O dispositivo libera continuamente o hormônio etonogestrel, derivado da progesterona, o que impede a ovulação e reduz as chances de gravidez por até três anos. O método possui taxa de falha estimada em 0,05%, considerada inferior à de outros contraceptivos.

Além das aplicações realizadas durante ações itinerantes, o procedimento também ocorre diariamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), após avaliação médica e atendimento de planejamento familiar.

O secretário de Saúde, Érico Stevan, falou sobre o investimento realizado pelo município e a ampliação do acesso ao método contraceptivo pela rede pública. “Sinop foi uma das primeiras cidades de Mato Grosso a investir recursos próprios para a aquisição de implantes. Ouvindo os agentes comunitários de saúde e os pedidos da população, o prefeito Roberto Dorner destinou o recurso e nós adquirimos o Implanon. Compramos mais de 2 mil implantes para atender a sociedade. Cada edição do Saúde no Seu Bairro realiza a inserção de mais de 100 Implanons, fora a quantidade diária de inserções feitas nas UBSs”, afirmou.

Érico Stevan também destacou o alto custo do procedimento na rede privada e o impacto da oferta gratuita pelo SUS municipal. “Na rede privada, esse procedimento possui um custo considerável. O valor pode variar de 3 a 5 mil reais, dependendo da clínica. O município disponibilizar isso gratuitamente é muito importante. Hoje, a população encontra esse método disponível no SUS de Sinop. Esse é um investimento com recursos próprios para atender a população”, ressaltou o secretário.

A coordenadora da Política de Saúde da Mulher da Secretaria de Saúde, Dayane de Souza, reforçou que o Implanon é considerado um método seguro e eficaz para prevenção da gravidez, além de representar uma alternativa de longa duração para mulheres que buscam planejamento reprodutivo. “A oferta do Implanon na rede pública amplia o acesso das mulheres a um método contraceptivo seguro, eficaz e de longa duração. Esse dispositivo oferece mais autonomia para o planejamento reprodutivo, porque evita a necessidade do uso diário de medicamentos e reduz as chances de falha no processo contraceptivo”, afirmou.

Segundo a Secretaria de Saúde, novas aplicações estão programadas para os próximos dias. As mulheres interessadas devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação médica e verificação de possíveis contraindicações. Após essa etapa, o procedimento pode ser agendado conforme disponibilidade do serviço. Os endereços e telefones das Unidades Básicas de Saúde estão disponíveis no portal oficial da Prefeitura de Sinop pelo link: www.sinop.mt.gov.br/portal/telefones/2/0/0.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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