LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura decreta luto oficial pela morte do piloto e pioneiro Chico Ledur
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A Prefeitura de Sinop manifesta profundo pesar pelo falecimento de Francisco Cezar Ledur, o “Chico Ledur”, piloto agrícola, empresário e pioneiro que ajudou a construir a história do município. Em reconhecimento à sua trajetória e contribuição, o Executivo Municipal decreta luto oficial de três dias.
Nascido em 30 de julho de 1952, em Novo Hamburgo (RS), Chico Ledur dedicou mais de cinco décadas à aviação, acumulando mais de 20 mil horas de voo e formando dezenas de pilotos. Radicado em Sinop desde o ano 2000, escolheu a cidade para viver, empreender e encerrar sua carreira, tornando-se uma figura marcante nos céus e na memória da população, especialmente por suas apresentações e acrobacias aéreas em apresentações especiais que participou junto ao Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) “Esquadrilha da Fumaça” da Força Aérea Brasileira (FAB).
Casado com Elizabete Ledur, deixa quatro filhos e netos, além de um legado de profissionalismo, coragem e amor pela aviação e por Sinop.
O prefeito Roberto Dorner lamentou profundamente a perda. “Sinop se despede de um pioneiro que ajudou a escrever a nossa história com trabalho, talento e paixão. Chico Ledur deixa um legado que permanecerá vivo na memória de todos nós”, destacou.
Neste momento de dor, a Prefeitura de Sinop se solidariza com familiares, amigos e toda a comunidade, expressando as mais sinceras condolências.
O velório será realizado hoje (25), às 18h, na sala 07 do Memorial Luz e Vida (localizado na avenida André Maggi, 3215). O sepultamento ocorrerá no Crematório Bom Jesus, em Cuiabá, no dia 26, para onde o corpo será trasladado e cremado.
Fonte: Assessoria da Prefeitura
Autor: Luciano André
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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