LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura e parceiros inauguram piscina adaptada para alunos PcDs em Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
Na noite desta sexta-feira (5), a Secretaria de Educação, por meio da Associação Luverdense de Natação, viveu um momento emocionante com a inauguração da primeira piscina adaptada para pessoas com deficiência (PcD). O evento, realizado na Escola Municipal Vinícius de Moraes, reforçou o compromisso da gestão municipal com a inclusão e com o bem-estar das crianças e adolescentes com deficiência atendidas pelo Projeto Nós Podemos Nadar em Lucas do Rio Verde.
A cerimônia contou com a presença da secretária de Educação, Elaine Lovatel, da gerente da agência Sicoob de Lucas do Rio Verde, Janice Gahoma, da presidente da Associação Luverdense de Natação, Edinéia Tavares, além de secretários municipais, vereadores, presidentes do CMDCA e do CMDPD, bem como representantes das empresas apoiadoras.
“É uma grande alegria realizar a entrega desta piscina, que vem somar às aulas de natação destinadas aos nossos alunos com deficiência (PcDs). Com as aulas já iniciadas, é possível constatar avanços significativos no desenvolvimento das nossas crianças nesse curto período de tempo, pois essa nova estrutura tem proporcionado um atendimento mais adequado e um maior engajamento entre professores e alunos, refletindo diretamente no rendimento das crianças”, destacou a secretária de Educação, Elaine Lovatel.
A realização contou com o patrocínio da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, que disponibilizou o espaço, e da cooperativa Sicoob Credisul, que viabilizou a construção. A iniciativa também contou com o apoio das empresas GDM e BDR Construart, além do Projeto Nós Podemos Nadar.
“Para nós, enquanto cooperativa, é um prazer poder apoiar e contribuir com uma iniciativa tão relevante em Lucas do Rio Verde como o Projeto Nós Podemos Nadar. Já somos parceiros dessa ação há algum tempo e, agora, estamos realizando a entrega da piscina adaptada, essencial para garantir a inclusão das crianças com necessidades especiais”, declarou a gerente da Agência Sicoob Credisul de Lucas, Janice Gahoma.
(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)
“Essa é uma realização não apenas para o Projeto, mas para toda a sociedade luverdense. Nós somos apenas uma ferramenta que, por meio dos parceiros e patrocinadores, busca tornar realidade os sonhos das crianças com necessidades especiais de terem mais oportunidades. Está sendo maravilhoso trabalhar nessa nova estrutura, pois ela facilita o aprendizado e o aprimoramento da técnica desses alunos”, ressaltou o coordenador do Projeto Nós Podemos Nadar, Eltron Moreira.
Márcia da Silva é mãe do aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Kaíque Marlon, relata que agora sente o filho verdadeiramente integrado à comunidade. “Estou muito feliz, porque agora sinto que meu filho está totalmente incluído na sociedade. Ele já participa das aulas de natação, onde os professores são maravilhosos e cuidam dele com muito carinho. Tenho total confiança em deixá-lo aos cuidados deles”.
A piscina adaptada
Essa é a primeira piscina adaptada para o atendimento de alunos PCDs do Projeto Nós Podemos Nadar. Com 50 m², a instalação conta com dois níveis de profundidade. O primeiro de 80 centímetros e o segundo de 1,40 metro. Por isso, sua estrutura conta com duas rampas, uma de acesso e outra que possibilita a transição para a área mais funda. Também foram instaladas barras laterais, corrimão e um sistema de aquecimento elétrico, que mantém a temperatura estável.
A noite também foi marcada pela abertura da IV Etapa Estadual de Natação, que ocorrerá ao longo de todo o final de semana. Ao todo serão 500 atletas que disputarão nas categorias A e B, representando os municípios de Lucas do Rio Verde, Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Sapezal, Rondonópolis e Cuiabá .
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Política6 dias atrásMudanças no seguro rural seguem para sanção
-
Política5 dias atrásCaso Master: Viana pede providências em relação a denúncias contra Moraes
-
Política5 dias atrásCongresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado
-
Política6 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Entretenimento6 dias atrásAna Castela diverte fas ao correr atrás de garoto no meio de uma multidão: ‘Atentado’
-
Esportes6 dias atrásGrêmio vence o Internacional por 3 a 1 e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Saúde6 dias atrásPalestra aborda protocolo dos Bombeiros para vítimas de violência
