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Prefeitura informa normalização do funcionamento do sistema de emissão de Nota Fiscal Eletrônica em Lucas

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Desde 1º de janeiro, entrou em vigor em todo o território nacional o novo sistema de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e). No entanto, nos primeiros dias do ano, algumas empresas enfrentaram dificuldades para a emissão do documento.

Com a migração decorrente das mudanças trazidas pela Reforma Tributária, contribuintes de Lucas do Rio Verde também registraram problemas para emitir a NFS-e. Segundo a Secretaria Municipal de Fazenda, a situação foi normalizada ainda na quinta-feira (8).

De acordo com o secretário de Fazenda, Giovanni Rodrigues da Silva, a instabilidade ocorreu devido à integração com a plataforma do Governo Federal. “As novas regras da Reforma Tributária preveem a integração com o sistema federal. Tivemos uma incompatibilidade nesse processo, o que gerou dificuldades para alguns contribuintes na emissão da nota fiscal. No entanto, na quinta-feira conseguimos estabilizar o sistema por volta do meio-dia. Ainda há alguns registros pontuais de inconsistências, mas seguimos trabalhando na estabilização com o suporte da empresa responsável”, explicou.

A Secretaria de Fazenda informa que, em Lucas do Rio Verde, a emissão da nota fiscal é realizada por meio de sistema próprio da Prefeitura. Em caso de dúvidas ou dificuldades, os empresários podem entrar em contato com a empresa responsável pelo sistema Betha, pelo telefone 0800 700 0107.

As instabilidades registradas envolveram falhas cadastrais e problemas na atualização de códigos de serviços, situação que também afetou outros municípios brasileiros.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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