LUCAS DO RIO VERDE
Programa de Residência Médica de Lucas do Rio Verde finaliza mais uma turma
LUCAS DO RIO VERDE
O Programa de Residência Médica de Lucas do Rio Verde está formando três novos especialistas em Medicina de Família e Comunidade. No último sábado (07), os residentes apresentaram o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
A próxima etapa é a cerimônia de formatura, com a entrega do diploma de especialista, marcada para o dia 27 de fevereiro. Está é a oitava turma a concluir o curso.
A supervisora do Programa de Residência Médica, Dra. Jessika Canabarro, ressaltou a qualidade dos trabalhos apresentados e a contribuição dos estudos para o dia a dia da Atenção Primária à Saúde.
(Foto: )
O curso tem duração de dois anos, com experiências nas unidades básicas, aulas teóricas e práticas, oficinas e estágios supervisionados em diversos campos de atuação.
“O programa já se tornou referência no interior de Mato Grosso. Em dez anos de história, já formamos 29 médicos especialistas, com 12 atuando e fazendo a diferença nas nossas unidades básicas”, ressaltou a supervisora.
Atualmente, o programa está presente em quatro unidades, UBS Rio Verde, Parque das Emas, Primaveras e Parque das Américas. No próximo dia 1º de março, iniciam as aulas da décima turma do curso.
Trabalhos de Conclusão de Curso
Atendimento à população LGBT na Atenção Primária à Saúde
Autora: Isabella Chaves dos Santos Silva
Orientador: Marlon Fabian
O papel do médico de família na identificação precoce e acompanhamento
de transtornos psicológicos
Autora: Yohanna Lopes Faustino
Orientador: Fernando Tiaraju Quintana
Violência contra a mulher na Atenção Primária à Saúde: estratégias e
atuação do médico de família e comunidade.
Autora: Laura Polli de Liberali.
Orientadora: Michelle da Silva Espírito Santo
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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