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Projeto Laços de Leitura engaja alunos e famílias e fortalece aprendizagem na Escola Municipal São Cristóvão

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Com o propósito de aperfeiçoar a fluência leitora e o nível de interpretação de texto dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, bem como fortalecer a participação da família nas atividades escolares, a Escola Municipal São Cristóvão desenvolve, ao longo do ano, o Projeto Laços de Leitura, com incentivo da Secretaria de Educação. Por meio dessa iniciativa, uma vez na semana, um responsável vai até a escola para realizar a audiência de leitura com todos os alunos da turma do filho.

“A partir do Projeto, já conseguimos perceber avanços na aprendizagem dos alunos, como a evolução na fluência leitora, na entonação e na compreensão dos textos. Quando um aluno vê o pai de um colega participando, chega em casa e pergunta aos pais: ‘Quando vocês vão à minha escola para a audiência de leitura?’. Essa participação da família é fundamental, pois faz com que os alunos se sintam valorizados e entendam que a leitura também tem uma função social. Além disso, essa é uma oportunidade de aproximar a família da escola e mostrar o trabalho que desenvolvemos com as crianças”, destacou a coordenadora pedagógica, Silvana Santos.

Na audiência de leitura, utilizando o material previamente preparado pelos professores, cada aluno da turma lê um texto em voz alta e responde às questões de interpretação. Em seguida, os pais participantes observam e avaliam o nível de fluência e de compreensão leitora das crianças, identificando avanços ou possíveis dificuldades.

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

“A educação não é apenas um dever da escola. Os professores cumprem a parte pedagógica, mas nós, pais, também precisamos compreender e participar das ações escolares. A Escola São Cristóvão tem essa dinâmica de envolver as famílias, e eu e minha esposa já participamos de outras atividades. No Projeto Laços de Leitura, percebo que essa participação desperta nos alunos maior interesse pelos estudos. Hoje, meus filhos têm sete anos e já apresentam bons resultados graças a essa proximidade”, declarou Tiago Luckmann, pai dos gêmeos Gustavo e Benício e participante do projeto.

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

“Eu costumo dizer que tudo começa com a participação da família na escola — esse é o ponto mais importante. As crianças ficam entusiasmadas ao receber os pais, e essa alegria favorece a aprendizagem. Além disso, cada pai tem sua própria maneira de ouvir e ensinar, o que também contribui para o processo, já que cada criança aprende de uma forma”, ressaltou Tânia Berton, mãe do aluno Henrique e participante do projeto.

O estudante Henrique Berton conta que, a partir do projeto, está lendo cada vez melhor. “Eu acho muito boa a participação dos pais, porque alguns dos meus colegas já sabem ler um pouco melhor do que eu, mas quando os meus pais vêm, consigo ler melhor”.

(Foto: )

A iniciativa da Escola Municipal São Cristóvão evidencia o empenho da rede municipal de Educação em oferecer um ensino de qualidade e mostra que, quando família e escola caminham juntas, os resultados na aprendizagem e na formação das crianças são ainda mais significativos.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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