LUCAS DO RIO VERDE
Referência: Prefeito e vice de Sorriso visitam Lucas para conhecer políticas públicas de habitação
LUCAS DO RIO VERDE
O prefeito de Sorriso, Alei Fernandes, e o vice-prefeito Acácio Ambrosini estiveram nesta quinta-feira (10) em Lucas do Rio Verde, onde foram recebidos pelo prefeito em exercício, Joci Piccini. O objetivo foi conhecer as políticas públicas implementadas no município, especialmente na área habitacional, que se tornou referência em Mato Grosso. A agenda reforça o intercâmbio entre as cidades vizinhas, que compartilham características econômicas e desafios semelhantes no setor.
Durante o encontro, Joci destacou a importância de abrir as portas do município para apresentar as ações que têm dado resultados positivos. “Uma grande satisfação recebê-los aqui em Lucas. A gente é vizinho, dividimos muitos problemas, vamos dividir o que é bom também. O déficit habitacional deles também é grande, é um município que cresce bastante como o nosso, então tem também os seus problemas junto com o crescimento. E dizer que estamos sempre de portas abertas, para a gente somar e dividir as melhores ideias, porque a gente é muito parecido, com vocação no agro”, disse Joci.
A visita permitiu que os gestores de Sorriso entendessem como funciona o Fundo de Habitação e o programa Ser Luverdense Habitação. “Viemos fazer uma visita ao Prefeito Joci Piccini, que é prefeito e amigo, de longa data. E viemos entender algumas ações que o município de Lucas faz, a exemplo do Fundo de Habitação. O que está dando certo é para ser copiado, né? E é um belo projeto. E também o programa Ser Luverdense Habitação, que é um programa que a gente pretende desenvolver lá em Sorriso. A gente precisa entender o que está dando certo e tentar levar para o nosso município. Então, um dia bem feliz”, enfatizou Alei.
Ele também ressaltou que, assim como Lucas do Rio Verde, Sorriso enfrenta forte crescimento populacional e carece de programas habitacionais para acompanhar essa demanda, sendo que há quase 16 anos o município não constrói casas populares.
“Essas cidades têm um ritmo de crescimento, na casa dos 18 a 20%, crescem mais que a China, e junto vem a demanda da habitação. São cidades hoje com o custo de vida elevado e, para que você atraia e mão de obra a gente precisa propor esses programas de habitação. Então, Sorriso está aí há quase 16 anos sem construir uma casa popular, que agora nossa meta é realmente começar a entregar para melhorar a vida do nosso cidadão”, disse Alei.
A reunião contou ainda com a presença dos secretários de Lucas do Rio Verde, Alan Togni (Governo e Administração) e Danilo Messias (adjunto de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade), reforçando o compromisso do município em manter a habitação como prioridade de gestão e referência para toda a região.
Ser Luverdense Habitação
Lucas do Rio Verde estruturou o programa Ser Luverdense Habitação em 2023, por meio da Lei Municipal Nº 3.634, garantindo que os investimentos no setor sejam permanentes, por meio de um Fundo de Habitação. O programa prevê a destinação de até R$ 10 mil por unidade habitacional em recursos próprios do município, podendo ser somado a iniciativas federais e estaduais, como o Minha Casa Minha Vida e o Ser Família Habitação. A proposta visa não apenas reduzir o déficit habitacional, mas também fomentar a economia local, gerando empregos e melhorando a qualidade de vida dos moradores.
Nós últimos 4,5 anos, foram oferecidas mais de 4 mil oportunidades de moradia para os luverdenses. Entre elas estão:
Início das obras das 2 mil casas do Residencial Jardim Esperança I: das 1.008 casas da primeira etapa, 439 unidades do primeiro módulo já estão em execução, com recursos municipais, estaduais e federais; Águas do Cerrado: 192 apartamentos já entregues, dentro do projeto que totaliza 1.536 unidades; Sonho Meu: com a primeira etapa contemplando 107 lotes e a segunda 180 terrenos, todos já entregues à população; Residencial Vida Nova II: 350 casas concluídas e entregues e o Ser Família Habitação: 50 casas construídas em parceria com o Governo do Estado, sendo 20 já entregues.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Política6 dias atrásMudanças no seguro rural seguem para sanção
-
Política5 dias atrásCaso Master: Viana pede providências em relação a denúncias contra Moraes
-
Esportes7 dias atrásVasco vence o Vitória novamente e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Esportes6 dias atrásGrêmio vence o Internacional por 3 a 1 e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Saúde6 dias atrásPalestra aborda protocolo dos Bombeiros para vítimas de violência
-
Política5 dias atrásCongresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado
-
Entretenimento5 dias atrásAna Castela diverte fas ao correr atrás de garoto no meio de uma multidão: ‘Atentado’
