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Rota do saneamento é apresentada a empresários e colaboradores

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A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde, em parceria com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), realizou nesta sexta-feira (23) a primeira Rota do Saneamento de 2026. Desta vez, a ação foi voltada a empresários e colaboradores que atuam município, que também contou com a presença e articulação do Green Future Hub.

A programação contou com visitas aos pontos de captação e distribuição de água, à Estação de Tratamento de Esgoto e ao Ecoponto Municipal, onde é feita a triagem dos resíduos sólidos domésticos coletados na cidade. O objetivo foi mostrar, na prática, como funciona todo o sistema de saneamento e reforçar a importância da conscientização ambiental.

Para o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis a iniciativa é uma forma simples e direta de levar conhecimento para quem pode repassar essa informação à população. “A rota do saneamento surgiu no ano passado, levando professores para conhecer o sistema. Agora estamos ampliando para os empresários, que também são multiplicadores e podem ajudar a melhorar esse processo no município”, afirmou.

Segundo ele, a gestão de resíduos e o cuidado com o meio ambiente dependem do envolvimento de todos. “O poder público faz a sua parte, mas a população e as empresas também precisam colaborar. Educação ambiental é algo que precisa ser trabalhado todos os dias”, completou.

O Diretor do Saae, Paulo Nunes destacou que a Rota do Saneamento permite que as pessoas vejam de perto um trabalho que normalmente acontece longe do olhar da população.“No dia a dia, muita gente só abre a torneira ou dá descarga e não imagina tudo o que existe por trás disso. A rota mostra esse caminho, desde a captação da água até o tratamento do esgoto e dos resíduos”, explicou.
Segundo ele, quando o processo é conhecido, a responsabilidade aumenta. “A partir do momento que a pessoa entende como tudo funciona, ela passa a usar melhor a água, descartar corretamente o lixo e ajudar mais o sistema como um todo”, completou.
A ideia da Rota do Saneamento aos empresários partiu do Green Hub, que articulou e organizou a ação junto à Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

Segundo Karina Marvejol, representante do Green Hub, a proposta é envolver também o setor empresarial nesse processo. “A gente entende que não são só as escolas que podem apoiar. As empresas também podem ajudar para que a cidade avance e seja cada vez mais sustentável”, afirmou.

Ela explicou que a ação faz parte do Ciclo Verde, que promove eventos voltados à gestão de resíduos. “A ideia é mostrar que o resíduo pode virar oportunidade e que as empresas podem apoiar a cidade nesse caminho”, destacou.

Entre as participantes esteve o Sicredi, que já desenvolve ações ligadas à sustentabilidade. Para Kauany Ewald, analista de sustentabilidade da cooperativa, iniciativas como essa fortalecem o trabalho conjunto. “Nós temos um programa interno de lixo zero e somos parceiros do Saae e da Prefeitura. Além de cuidar do nosso resíduo, buscamos atuar na comunidade, mostrando a importância do descarte correto e da economia circular”, afirmou.

A edição da Rota do Saneamento voltada ao setor empresarial contou com a participação de empresas e instituições ligadas ao agronegócio, serviços, comunicação e sustentabilidade. Estiveram presentes representantes do Sicredi Ouro Verde MT, Amazônia Máquinas, Laboratório Exame, GGF, ADM do Brasil, Cortesia Agro, Rotary Clube, Agro FM, Teoria Verde, Eco Supply e da Casa da Amizade.

A expectativa é que novas edições da Rota do Saneamento sejam realizadas, ampliando o alcance da educação ambiental no município.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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