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Sinal Verde para a Alegria: alunos da Escola Municipal Caminho para o Futuro prestigiam espetáculo sobre segurança no trânsito

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Entre risadas e músicas envolventes, o aprendizado ganhou ritmo na Escola Municipal Caminho para o Futuro, em Lucas do Rio Verde, durante o projeto cultural “Sinal Verde para a Alegria”, nesta quinta-feira (6). O espetáculo, apresentado pelos humoristas Tchó e Béppi promoveu a conscientização dos alunos sobre os cuidados necessários para garantir a segurança no trânsito.

A iniciativa é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer e da instituição Ação Cultural, com apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O evento contou também com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, que articulou a participação da escola e abriu as portas da unidade para receber o projeto.

“Esse projeto é importantíssimo porque vai ao encontro das vivências dos nossos alunos, já que o trânsito da cidade é muito movimentado. Por isso, eles precisam dessa educação para o trânsito que, por meio da dupla Tchó e Béppi, foi apresentada de uma forma divertida, proporcionando muitos aprendizados que eles levarão para toda a vida”, destacou a gestora da escola, Claudineia de Almeida.

O espetáculo abordou situações cotidianas do trânsito, incentivando o uso da faixa de pedestres e de equipamentos de segurança como o cinto de segurança, o bebê conforto, a cadeirinha e o capacete. Também foram apresentadas orientações voltadas aos ciclistas, além da explicação sobre as placas de trânsito e o significado das cores do semáforo.

(Foto: Nara Vendrame)

Para Fabinho Mezzacasa, autor do espetáculo e intérprete do personagem Béppi, é essencial educar as crianças para o trânsito, para que elas possam reforçar junto aos pais a importância de respeitar as leis e, no futuro, tornarem-se bons condutores. “As pessoas perguntam: ‘Vocês vão falar sobre trânsito para as crianças? Mas elas nem dirigem!’. Mas a nossa ideia é justamente formar nelas uma espécie de “guardinhas mirins”, que puxem a orelha do pai e da mãe quando estiverem no carro. Afinal, essas crianças serão os condutores de amanhã. Por isso, ensinamos várias leis e dicas de trânsito, e cantamos músicas durante o show, com refrões bem chicletes, que eles dançam, cantam e acabam memorizando as informações”.

“O Estado de Mato Grosso tem cidades muito jovens e em rápido crescimento, com taxas que variam entre 5% e 10%. Com isso, aumentam também os desafios no trânsito, o número de pessoas circulando pelas vias e, consequentemente, a necessidade de investir em educação para o trânsito. Esperamos contribuir para que ele se torne mais seguro e, assim, possamos reduzir a perda de vidas ao longo do tempo. Foi aqui, em Lucas, que nasceu a nossa primeira peça infantil, e agora retornamos com o espetáculo Sinal Verde. Ficamos muito felizes em voltar a este lugar que nos despertou para a importância de trabalhar com o público infantil”, declarou o intérprete do personagem Tchó, Luciano Vendrame.

“O espetáculo foi muito interessante, com várias informações que vou levar para vida toda, como o respeito ao trânsito, as placas e os sinais”, relatou o estudante Gustavo Lopes, que prestigiou o evento.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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