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Prefeita avalia construção de novo aterro sanitário em Várzea Grande

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O local está sendo pensado para ir além. O conceito é fazer do projeto um endereço destinado à educação ambiental e aberto à visitação

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), o vice-prefeito, Tião da Zaeli (PL), secretários técnicos municipais, se reuniram-se, na manhã deste domingo (9), para discutir a implantação de um novo aterro sanitário no município na zona rural, entre o Sadia 3 e o Capão das Antas.

A prefeita destaca que o novo lugar deve gerar economia ao município, sendo que o local está apenas 23km do centro urbano. “Várzea Grande precisa destinar o seu lixo em um local mais adequado, aqui poderemos ter um aterro mais sustentável”, relata Moretti.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, lembra que o município produz 240 toneladas de lixo ao mês. “O crescimento populacional e da quantidade exige soluções eficazes. Estamos trabalhando para que a destinação desses resíduos seja de maneira totalmente adequada”, disse Scarton.

O representante da Missões Ambientais, Alberto Scaloppe, relata que o local será mais que um aterro sanitário. “Cerca de 95% da nossa área de 300 hectares será preservada, pois temos um conceito diferente. Aqui será aberto às visitas, teremos trilhas ambientais, área de educação ambiental para crianças, entre outros. Queremos atender a sociedade várzea-grandense de forma sustentável”, relata Alberto.

A visita também foi acompanhada pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Ricardo Costa Amorim, secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Celso Luiz Pereira e subsecretário de Comunicação, Fabiano Fontoura.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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LUCAS DO RIO VERDE

Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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