Cultura
36ª Bienal de São Paulo abre suas portas neste sábado, no Ibirapuera
Cultura
A 36ª Bienal de São Paulo abre suas portas neste sábado, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, na capital paulista.

Com entrada gratuita, a exposição conta com obras de 125 artistas e coletivos. Shows, performances e encontros animam a programação pública desde o primeiro fim de semana.
Esta edição da maior bienal de arte da América Latina se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, da escritora Conceição Evaristo. Um dos curadores da bienal, Thiago de Paula, explica que o evento deste ano tem a escuta ativa, o encontro, a negociação e o respeito como fundamentos inspiradores das práticas artísticas.
Quem visitar a 36ª Bienal de São Paulo vai fazer uma espécie de travessia. Por um estuário onde vozes, memórias e gestos vindos de diferentes margens se encontram e se transformam, o co-curador Thiago de Paula, destaca que para isso foram convidados artistas de diversas localidades do Brasil e do mundo..
Até 11 de janeiro, quem for à Bienal vai poder conhecer trabalhos como a da artista Theresah Ankomah, de Acra, capital de Gana, na África, que cobriu com centenas de tiras de folhas de palmeira trançadas a fachada do Pavilhão para esta edição.
A programação completa da Bienal de São Paulo o ouvinte confere no site 36.bienal.org.br/
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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