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Casa Brasil, no Rio, inaugura programa de residência artística

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A Casa Brasil, antiga Casa França-Brasil, equipamento cultural do estado do Rio de Janeiro, acaba de inaugurar seu primeiro programa de residência artística. A iniciativa vai promover novas interações entre artistas e público e é conduzida por curadores da instituição. Participam dessa primeira edição os artistas Rafael Pinto, o Pérola, de Boa Vista, Roraima, e Mayara Velozo, do Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro. 

Perfil dos artistas

Mayara Velozo é formada em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e tem suas criações influenciadas pelas vivências no lugar onde nasceu, e ainda mora, e por experiências familiares. 

Já Rafael Pinto é artista visual, curador, realizador audiovisual e professor de arte, doutorando em Educação pela Universidade Federal de Roraima, além de fundador da Embuá Produtora Cultural.

Herança dos povos tradicionais

Tânia Queiroz, diretora da Casa Brasil, fala sobre a relação entre os trabalhos dos artistas escolhidos.

“O trabalho dos artistas, desses dois artistas que selecionamos, tem alguns pontos bem peculiares de contato. Ambos trabalham com questões muito próprias dos territórios em que vivem, questões muito próprias do Brasil, de uma maneira ampla, questões de uma herança de povos originários, de tradições”.

Residência artística

A população poderá ter acesso às obras produzidas pelos artistas por meio de uma série de iniciativas que vão ser realizadas pela Casa. A residência é uma parceria com a produtora V ARTE, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, e patrocínio da Petrobras. 


Fonte: EBC Cultura

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CE: peças teatrais de todo o Nordeste ocupam ruas de Guaramiranga

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O público cearense recebe, a partir deste sábado (12), o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Uma programação que movimenta a região da serra, com a presença de dezenas de companhias, inclusive artistas internacionais. 

São dez espetáculos na Mostra Nordeste: dois do Ceará e outros oito representando cada um dos demais estados nordestinos. Além de convidados de fora, até da Argentina.

Em comum, as peças trazem temas ligados à memória, identidade e tradições culturais, que refletem sobre formas de resistência e o próprio fazer artístico.

Na noite de abertura, neste sábado, a peça “Luiz Lua Gonzaga”, uma homenagem ao Rei do Baião, às 20h, na Praça do Teatro Municipal.

Dentro da Mostra Infantil, grupos de dez municípios cearenses. E a Companhia do Tijolo, vinda de São Paulo, encerra o festival no dia 19.

São até oito apresentações por dia na pequena cidade de Guaramiranga, que não chega a ter 6 mil habitantes, mas que deve ficar gigante com tantos espetáculos. A diretora do Festival, Nilde Ferreira, reforça o convite.

“A programação reúne espetáculos de todos os estados do Nordeste, de diversos municípios do Ceará, para celebrar o tema ‘dramaturgia e inclusão’. Serão diversos espaços cênicos da cidade: praças, teatros, ruas e outros espaços alternativos. E totalmente gratuito”.

Na programação também têm musicais, cortejos, debates e ações de formação de novos artistas, estudantes e para o público em geral.


Fonte: EBC Cultura

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