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Cineasta indígena participa de festival cultural em Caxias do Sul

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Saudações amazônicas! Até a próxima sexta-feira (5), nosso programa vai estar em sintonia com as comemorações desse bioma que é uma das nossas maiores preciosidades.

Somos Amazônia com muito orgulho e muito amor! E queremos aproveitar a oportunidade de estarmos navegando os rios desse mundaréu de água nas ondas do rádio para ir até Roraima ouvir uma cineasta indígena que está levando para o Sul desse nosso país uma experiência de arte e superação por meio do Festival LABmais do Sesc.

Indígena do povo Wapichana, Lilith Cairú Abreu construiu uma trajetória marcada pela superação de barreiras sociais e culturais, tornando-se uma das vozes mais potentes da produção audiovisual independente da região Norte.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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