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Dia de São Jorge é comemorado no Rio de Janeiro

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“23 de abril, dia do santo guerreiro. São Jorge e Ogum, como o santo é cultuado no sincretismo religioso, reúnem uma legião de devotos que celebram a data com festa em todo o estado do Rio de Janeiro.

Desde a madrugada, uma multidão de fiéis se concentra na Igreja Matriz de São Jorge, em Quintino, na zona norte da capital, para festejar o soldado romano, padroeiro do estado, famoso pela lenda de ter matado um dragão.

A programação especial já teve louvor, momentos de oração e espetáculo com 300 drones antes da tradicional missa da alvorada. Durante a manhã e a tarde, estão agendadas outras missas, inclusive com a presença do cardeal arcebispo Dom Orani João Tempesta, além de outras autoridades.

A partir das 16h, os fiéis saem em procissão até a noite, quando as missas retornam. A última será às 19h30

No centro do Rio, em palco montado na Avenida Presidente Vargas, próximo à Igreja de São Jorge na Praça da República, as missas começaram também na madrugada e desde as sete da manhã ocorrem de hora em hora até as 16h.

Às 18h, a celebração de encerramento será presidida pelo cardeal Dom Orani. O padre Celso Copetti lembra que São Jorge dialoga com todas as realidades da vida do povo do Rio de Janeiro:

‘São Jorge é considerado aquele que vence o dragão e o dragão significa o mal, significa as injustiças, as lutas cotidianas. E tem uma matriz africana, sim, porque todos se sentem às vezes excluídos e como nós sabemos que ao longo da história e da cultura carioca também houve momentos difíceis de discriminação. E São Jorge faz parte de toda a vida das comunidades, não importa de que religião, de que igreja, de que cultura nós somos.’


Rio de Janeiro (RJ), 23/04/2025 – O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 23/04/2025 – O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do Candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Além dos eventos católicos, terreiros de Umbanda e Candomblé abrem suas portas para o toque em homenagem a Ogum, orixá da mitologia iorubá. É ele o senhor da tecnologia e da agricultura, aquele que forja as ferramentas, enfrenta as guerras e protege os trabalhadores.

Diversas feijoadas e rodas de samba em homenagem a São Jorge também estão na agenda da cidade neste 23 de abril. Este é o primeiro ano em que as celebrações ocorrem após o reconhecimento da festa no calendário oficial da capital fluminense.

Fonte: EBC Cultura

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Parintins ganha novos murais e amplia circuito de arte urbana

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A cidade de Parintins segue se preparando para receber milhares de visitantes durante o Festival Folclórico de 2026. Além da programação cultural dos bois-bumbás, o município ganha novos atrativos por meio do projeto “Parintins Galeria Cidade Aberta”, que amplia o circuito de arte urbana espalhado pelas ruas da ilha.

A iniciativa, promovida pelo Governo do Amazonas, prevê a criação de 12 novos murais nesta edição. As obras são produzidas por artistas locais e transformam fachadas e espaços públicos em verdadeiras galerias a céu aberto, valorizando a identidade cultural amazônica.

Os murais retratam elementos da cultura regional, da ancestralidade indígena, das tradições populares e da história de Parintins. Além de embelezar a cidade, o projeto fortalece o trabalho dos artistas urbanos e cria novos pontos de visitação para moradores e turistas.

Criado em 2022, o Galeria Cidade Aberta já soma dezenas de obras espalhadas pelo município. Com os novos painéis, a expectativa é ultrapassar a marca de 60 murais, consolidando Parintins como uma das principais referências em arte urbana da Região Norte.

A proposta também integra o Circuito da Cultura 2026 e reforça a ideia de que o Festival de Parintins vai além do Bumbódromo, levando arte e cultura para diferentes espaços da cidade durante todo o ano.


Fonte: EBC Cultura

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