Cultura
Dom da Paz: Galo Gigante, no Recife, homenageia Dom Helder Câmara
Cultura
A Ponte Duarte Coelho, no centro da cidade do Recife, foi palco, nesta quarta-feira (11), de um dos momentos mais aguardados do Carnaval de 2026: a subida do Galo Gigante, que neste ano presta homenagem a Dom Helder Câmara, o “Dom da Paz”.

Em um cortejo nunca antes visto, o “coração” simbólico do arcebispo Dom Helder foi “transplantado” para uma estrutura gigante de 30 metros. O coração foi feito com resíduos de papel e iluminado por luzes de LED que deram efeito de pulsação, simbolizando fé, esperança e humanidade.
Dom Helder, que vivia na Igreja das Fronteiras e sempre abençoou os blocos que passavam por sua porta, dizia que o Carnaval é um ato de comunhão.
A cerimônia representa o início da contagem regressiva para o maior ‘Carnaval do Mundo’, como dizem os pernambucanos.
Todo ano milhares de pessoas se encontram para acompanhar o erguer do galináceo ‘mais famoso em linha reta da América Latina’, fazendo do Centro do Recife um cenário de celebração, memória e identidade cultural.
A programação é de tirar o fôlego e reúne música, dança e manifestações populares, em uma das maiores festas do Estado.
Após ser erguido, o Galo reina absoluto sobre a Ponte Duarte Coelho até o domingo posterior ao Carnaval, dia 22 de fevereiro.
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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