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Em Belem, Museu das Amazônias apresenta atividades culturais gratuitas

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Em Belém, o Museu das Amazônias apresenta uma programação em novos ambientes, com atividades na área externa, no Parque de Bioeconomia da Amazônia e na Caixa Cultural. As ações acontecem ao longo deste mês de sexta-feira a domingo e são gratuitas.

A coordenadora de programação do Museu das Amazônias, Gabriele Martins, conta que o “MAZ em movimento” é uma forma de seguir perto do público enquanto o prédio do museu passa pela montagem de novas exposições que vão abrir  em breve. 

“A nossa programação vem trazendo atividades educativas, culturais e artísticas, fazendo um diálogo entre o museu e o seu entorno, utilizando alguns espaços no Porto Futuro e convidando as pessoas a vivenciarem o museu de uma outra forma, mais próxima e também conectada com a cidade. A programação, preparada para esse período, tá incrível e foi pensada com muito carinho, incluindo oficinas educativas, aulas de ritmo, e shows, vivências de saberes e territórios e visitas mediadas ao ar livre.”

Nesta sexta-feira, o Museu das Amazônias traz uma série de atividades relacionadas ao hip hop, com oficina de grafite para iniciantes na Caixa Cultural, roda de conversa que vai debater a Amazônia urbana sob o viés do hip hop e uma oficina para dançar break. À noite, a área externa do museu recebe a Batalha de São Brás e shows de Bruna BG e Moraes MV. 

No sábado, o museu oferece oficinas de agroecologia em maquetes e de grafismos das culturas indígenas. Nos outros finais de semana de março, a programação conta com oficinas sobre saberes populares de ervas e plantas; de confecção de maracas – instrumento do carimbó; de compostagem como tecnologia ancestral; de tecelagem amazônica, e sobre os saberes dos povos tupi-guarani. Tem ainda visitas mediadas pelo Porto. 

As informações completas das atividades podem ser conferidas nas redes sociais do Museu das Amazônias. 


Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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