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Estão abertas as inscrições para concurso “1 Minuto pela Integridade”

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A integridade pública tem um papel fundamental no enfrentamento dos desafios ambientais que o mundo vive hoje. Para estimular esse debate e dar voz à sociedade, estão abertas as inscrições para a 8ª edição do concurso de vídeo “1 Minuto pela Integridade”.

A iniciativa, promovida pela Controladoria-Geral da União (CGU), busca incentivar a produção de curtas-metragens de até um minuto de duração, em qualquer gênero — clipe, documental, ficção ou publicidade — que tragam reflexões e narrativas sobre a promoção da integridade pública e sua relação com as mudanças climáticas. O concurso é nacional e aberto a todas as unidades da federação.

Como se inscrever

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até o dia 30 de setembro. O formulário e o edital do concurso estão disponíveis no site da Controladoria, no endereço gov.br/cgu. Depois, é só acessar a aba “Central de Conteúdo” e, em seguida, “Campanhas”.

Cada participante poderá inscrever até dois vídeos, que devem ser originais, inéditos, de classificação livre e não podem conter conteúdo que comprometa a imagem ou a dignidade do ser humano, em especial de menores de idade.

Além de preencher o formulário eletrônico com os dados do realizador, é necessário informar, entre outros dados, a sinopse do vídeo e o link de acesso ao material publicado em plataforma digital.

Como será a avaliação

Os vídeos serão avaliados de acordo com os seguintes critérios:

  • aderência ao tema;
  • qualidade do roteiro;
  • qualidade do vídeo; e
  • qualidade do áudio.

Os três melhores vídeos receberão um notebook e certificado de participação, além de garantirem exibição no 20º FestAruanda do Audiovisual Brasileiro, que ocorrerá de 4 a 10 de dezembro de 2025, em João Pessoa, na Paraíba. Os vídeos vencedores também serão publicados nas páginas e redes sociais da Controladoria-Geral da União e dos demais parceiros na promoção do concurso.

A divulgação do resultado será publicada até o dia 24 de outubro, no site da CGU, em data ainda a ser definida.


Fonte: EBC Cultura

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Morre Luiz Carlos Barreto, referência do cinema nacional

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O produtor, roteirista e diretor de cinema Luiz Carlos Barreto morreu nesta quarta-feira (22), aos 98 anos, no Rio de Janeiro. Um dos maiores produtores do cinema nacional, Barreto produziu clássicos como “Terra em Transe” e “Vidas Secas”.

Em reconhecimento à contribuição de sua obra para a cultura brasileira, o presidente Lula decretou luto oficial de três dias.

Luiz Carlos Barreto estava internado desde segunda-feira, no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para tratar uma infecção pulmonar.

Amor ao Cinema

A trajetória de mais de 60 anos de Barreto foi marcada pelo amor à sétima arte. O cearense de Sobral começou a carreira como fotógrafo da Revista O Cruzeiro, na década de 1950, no Rio de Janeiro.

No cinema, estreou como um dos roteiristas da ficção policial “O Assalto ao Trem Pagador”, de Roberto Farias, lançada em 1962. No ano seguinte, fundou a L.C. Barreto Produções, ao lado da esposa, Lucy, e teve papel importante na defesa do cinema nacional durante a ditadura militar. A estreia na produção veio com o longa “Vidas Secas”, de Nelson Pereira dos Santos, um dos filmes-chave do movimento Cinema Novo. 


Rio de Janeiro (RJ), 26/09/2023 - Gravação do programa Cine Resenha, da TV Brasil, com o cineasta Luiz Carlos Barreto e a produtora Lucy Barreto, sua esposa, apresentado por Priscila Rangel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 26/09/2023 - Gravação do programa Cine Resenha, da TV Brasil, com o cineasta Luiz Carlos Barreto e a produtora Lucy Barreto, sua esposa, apresentado por Priscila Rangel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O cineasta Luiz Carlos Barreto e a produtora Lucy Barreto, sua esposa, durante gravação do programa Cine Resenha, da TV Brasil, em 2023.  Fernando Frazão/Agência Brasil 

Com mais de 50 filmes produzidos, destacam-se títulos como “Terra em Transe”, de Glauber Rocha; “O Beijo no Asfalto” e “Dona Flor e seus dois maridos”, ambos dirigidos por Bruno Barreto, filho de Luiz Carlos. O último foi sucesso de crítica e de público e se manteve por mais de 30 anos como a maior bilheteria do cinema nacional. 

Barretão

Barretão, como era conhecido, foi indicado duas vezes ao Oscar pelos filmes “O Quatrilho”, de Fábio Barreto, também filho de Luiz Carlos, e “O Que é isso, Companheiro?” de Bruno Barreto. 

Entidades do audiovisual e profissionais do setor lamentaram a morte de Luiz Carlos Barreto. A Ancine, Agência Nacional do Cinema, afirmou em nota que “Barretão falava em cinema brasileiro com identidade, ousadia e vocação própria” e que “sua atuação foi decisiva para o fortalecimento da produção independente e para o desenvolvimento da indústria audiovisual.”

A Academia Brasileira de Letras destacou que Barreto “formou gerações de cineastas que certamente encontrarão nele uma inspiração”. A insituição também ressaltou seu papel como “articulador político importante, sempre atuando na defesa do audiovisual brasileiro e na discussão sobre políticas públicas para o cinema.

O velório de Luis Carlos Barreto vai ser realizado nesta quinta-feira, no Palácio da Cidade, uma das sedes da Prefeitura do Rio, na Zona Sul da capital fluminense. O corpo será cremado no Memorial do Caju, na Zona Norte.


Fonte: EBC Cultura

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