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Festival Criola na Área celebra cultura e identidade preta em São Luís

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Neste mês da Consciência Negra, São Luís, no Maranhão, abre, a partir desta quarta-feira, o “Festival Criola na Área”. O evento gratuito acontece no Quilombo Urbano da Liberdade, considerado o maior do gênero no Brasil, e terá, em seus três dias de programação, oficinas de criações artísticas, batalhas de rima, mostra audiovisual, cultura popular e shows que exaltam a identidade das mulheres pretas e da criação coletiva.

As atividades começam a partir das três da tarde, no Centro de Iniciação ao Trabalho, que fica na Avenida do Reggae, com ações formativas. Tem a oficina “Na trilha da cor: Botânica de Jardim”, ensinando técnicas de criação de tintas naturais a partir de plantas e pigmentos do cotidiano. Já a rapper Pantera Black ministra a oficina infantojuvenil “A Rima do Tambor ao Beat”, a partir das quatro da tarde; às 17h, tem a contação de história “Pereguedé” com a cantora Camila Reis. À noite, o espaço recebe a mostra de cinema Punga, com exibição dos curtas “Trançatlânticas”, “Ginga Reggae na Jamaica Brasileira” e “Maracanã: Território de Resistência”, seguido de bate-papo com as realizadoras.

Na quinta-feira, estão previstas as oficinas “O Som da Caixeira” e “O Toque da Zabumba”, apresentando uma iniciação para o toque de Caixa do Divino Espírito Santo e também da Zabumba; apresentações dos grupos de Tambor de Crioula Filhas de São Benedito e Proteção de Verequete, além da performance “Zabumbeiras”, seletiva e final da Batalha de Rimas da LB, além do reggae da Radiola Leoa Dourada.

Na sexta-feira, a partir das seis da tarde, o espaço cultural “Viva Liberdade” recebe a Salva das Caixeiras, seguida de várias DJs da cena maranhense, além de shows de Afroprata, Bebel Du Guetto e Enme. O encerramento do festival será a partir das onze e meia da noite com o espetáculo “Criola na Área”. A rapper Pantera Black recebe referências da música negra maranhense como Célia Sampaio, Dicy, Núbia e Regiane Araújo.

A programação completa do festival e as inscrições para as ações formativas estão disponíveis no Instagram @criolabeat.




Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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