Cultura
Filme “A Melhor Mãe do Mundo” é o grande vencedor do Cine PE 2025
Cultura
O Cine PE Festival Audiovisual encerrou sua edição de 2025, nesse domingo (15), no Teatro do Parque, em Recife, com a festa de premiação. Ao todo, 38 filmes, entre longas e curtas-metragens, concorriam ao Troféu Calunga de Ouro nas mostras competitivas do festival pernambucano.

O Filme de abertura do festival, A Melhor Mãe do Mundo, da diretora Anna Muylaert, foi o grande vencedor — sendo reconhecido, entre outras categorias, como melhor longa metragem pelo júri oficial, além de melhores roteiro, atriz para Shirley Cruz e atriz coadjuvante para Rejane Farias.
Enquanto isso, o público presente no evento escolheu o filme paranaense Nem Toda História de Amor Acaba em Morte, de Bruno Costa, como o melhor longa-metragem do festival. O filme levou, ainda, o Calunga de Ouro de ator para Octávio Camargo.
A prata da casa também teve seu reconhecimento: o longa pernambucano Senhoritas, da diretora Mykaela Plotkin, foi reconhecido nas categorias de fotografia, montagem, ator coadjuvante para Genézio Barros, além do trabalho de Mykaela sendo reconhecido, levando o prêmio de Direção.
“Esse prêmio é meu e de toda a equipe que acreditou nessa ideia, que acreditou nesse roteiro e nessa vontade de colocar um conto de fadas feminista na tela. Eu agradeço profundamente as produtoras do filme que acreditaram nessa ideia desde a semente, há 10 anos atrás, e que trouxeram e fizeram isso possível. E as atrizes maravilhosas que permitiram que esse filme exista.
A diretora e produtora executiva do Festival, Sandra Bertini, disse que o evento cumpriu sua missão de ser um mosaico diverso da produção audiovisual do país.
“Foi um momento de muita emoção, de ver muitos filmes, que fez a gente chorar, fez a gente sorrir, fez a gente conhecer novas histórias, novas identidades, filmes de todo o Brasil, de realidades completamente diferentes da nossa cidade, como a gente vive.”
Sandra disse que já trabalha para preparar a trigésima edição, que acontece no próximo ano, e que terá novamente o Cinema do Teatro do Parque e o histórico Cinema São Luís como palcos principais do Cine Pernambuco.
A lista completa com os vencedores está disponível nas redes sociais do festival.
Cultura
Olodum completa 47 anos com festa na Bahia
Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.
Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.
A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.
No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.
Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.
A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.
As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
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