Cultura
Joinville recebe maior festival de dança da América Latina
Cultura
Considerado o mais importante festival de dança da América Latina, o 42º Festival de Dança de Joinville, município de Santa Catarina, já tem data para acontecer: de 21 de julho a 2 de agosto. A cidade ficará repleta de atividades ligadas ao tema, com apresentações especiais, mostra competitiva e master classes com audições para grandes companhias do mundo, entre outras atrações.

Deivison Garcia, assistente executivo do Festival, fala sobre alguns espetáculos que serão apresentados.
“Os espetáculos apresentados no Festival de Dança de Joinville 2025, iniciam no dia 21 com a noite de abertura com a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresentando O Lago dos Cisnes, e também destacamos a noite de gala, que será apresentada pelo balé da cidade de São Paulo”.
Os grupos e bailarinos também se apresentarão em mais de oito palcos abertos pela cidade, que serão montados em shopping centers, praças, espaços culturais e pontos turísticos de Joinville e outras cidades da região, como explica Deivison.
“São apresentações que passam por curadoria, passam por seleção e apresentam os mais variados palcos espalhados pela cidade de Joinville. Então a programação de palco aberto ela é uma programação democrática de acesso à dança. É só chegar e assistir. Tem dança na cidade toda, das oito horas da manhã até às dez horas da noite”.
Além disso, a programação tem novidades especiais, como a inauguração do Museu da Dança, um espaço imersivo e interativo voltado para a memória da modalidade. Sobre a atração, destaca Deivison.
“Vamos inaugurar este ano um Museu da Dança de Joinville. A primeira exposição será a exposição Dança Movimento e Emoção, uma exposição aguardada com muito carinho e com muita expectativa, porque trata-se de um equipamento único, um equipamento muito rico e que trará não só um pouco da história do festival da dança de Joinville, mas a dança como um todo, através principalmente de experiências que serão sentidas através da dança”.
Outra novidade será um festival de teatro musical, em que os participantes poderão escolher canções de espetáculos famosos para suas performances.
“Nós recebemos 44 trabalhos de teatro musical, que participarão de um evento competitivo na sala de espetáculos do Museu da Dança. É um evento inédito em nossa programação, provavelmente inédito no Brasil também, um evento dessa natureza”.
A programação conta ainda com mais de 150 opções de Master Classes, Workshops, Cursos com duração de cinco dias, e ShowCase, com professores renomados na área da dança.
Cultura
Olodum completa 47 anos com festa na Bahia
Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.
Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.
A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.
No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.
Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.
A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.
As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
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