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Krenak apresenta vida e obra em exposição inédita na capital paulista

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Um dos nomes mais influentes do pensamento indígena e socioambiental brasileiro, Ailton Krenak, está com sua vida e obra em uma exposição inédita na capital paulista.

Em cartaz no Itaú Cultural, a mostra é batizada de Men am-ním, que significa “Ocupação” na língua do povo Krenak e celebra a trajetória do escritor, líder indígena e pensador mineiro Ailton Krenak, de 71 anos.

A exposição reúne um acervo de mais de 90 peças, com documentos, manuscritos, depoimentos e registros de uma vida voltada a repensar a relação entre sociedade, natureza e espiritualidade, como explica o próprio Ailton Krenak.

“Uma mostra do pensamento que me inspirou até agora a acreditar que os povos indígenas têm as suas profundas raízes aqui nesse nosso continente e que precisam ser respeitados na sua singularidade, na diversidade linguística, na perspectiva de mundo.”
A mostra segue desde o  nascimento de Ailton em 1953, em Itabirinha, Minas Gerais,  até a consagração dele como escritor, ativista, poeta e primeiro indígena a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras.

O ativismo de Ailton Krenak é um dos pilares da exposição, com vídeos históricos que narram a articulação dos povos indígenas e o icônico discurso na Assembleia Nacional Constituinte de 1987, quando ele protestou com o rosto pintado de jenipapo.

Com entrada gratuita, a exposição Men am-ním Ailton Krenak fica em cartaz no Itaú Cultural até 23 de novembro.

*Com colaboração de Guilherme Strozzi


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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