Cultura
MinC fará mapeamento de salas públicas de exibição cinematográfica
Cultura
O Ministério da Cultura lançou uma chamada pública para o mapeamento nacional de espaços públicos de exibição cinematográfica. O levantamento é realizado em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.

Gestores de espaços em universidades, institutos federais e museus podem cadastrar seus espaços. Administradores de locais culturais que receberam suporte da Lei Paulo Gustavo também podem participar.
O objetivo da chamada é dar o primeiro passo para a criação da Rede de Salas Públicas de Cinema, que busca ampliar e democratizar o acesso à produção audiovisual do Brasil.
Com o mapeamento, serão coletadas informações sobre infraestrutura, modelo de gestão e programação desses espaços de exibição.
O Ministério, por meio das informações coletadas, vai poder desenvolver ações eficientes para a adaptação e modernização das salas.
O cadastro deve ser feito até 19 de setembro por meio de um formulário disponível no endereço mapa.cultura.gov.br.
*Com supervisão de Rafael Gasparotto
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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