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Museu de História da Paraíba, em João Pessoa está aberto à visitação

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O Museu de História da Paraíba, localizado no centro histórico de João Pessoa, está aberto à visitação. O novo equipamento cultural funciona em um prédio construído por padres da Companhia de Jesus no século XVI. O Palácio da Redenção agora abriga o primeiro Museu de História da Paraíba, com diversos ambientes em seu interior, entre eles duas salas dedicadas ao escritor Ariano Suassuna, que nasceu no local.

Entre os espaços de destaque estão a sala dedicada à Revolução de 1930, a Sala Paraibana Idades — que apresenta acontecimentos marcantes do estado — e o mausoléu do político João Pessoa.

Com um projeto de restauração histórica e arquitetônica que contou com investimentos de mais de R$ 11,5 milhões, o museu representa o maior marco de revitalização já realizado no Palácio desde a sua construção, há mais de 400 anos.

Durante a solenidade de inauguração, o governador da Paraíba, João Azevêdo, entregou o museu à sociedade e destacou a importância da obra para a democratização do acesso aos espaços públicos.
Segundo ele: “Quando nós tomamos a decisão de transformar o museu, foi para que verdadeiramente o nosso povo, os nossos estudantes, principalmente, possam visitar um espaço como esse e conhecer a nossa história, entendendo todo o processo que nos trouxe até aqui. Então, é inclusão — inclusão através da cultura.”

Além do acervo permanente, até o dia 30 de novembro, os visitantes poderão conferir uma exposição temporária com pinturas de artistas acadêmicos e modernistas, como Pedro Américo, Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Cândido Portinari.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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