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Povos originários pelo mundo protagonizam exposição em São Luís

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São Luís, no Maranhão, recebe a partir desta quinta-feira (28), uma exposição que faz o registro das vivências em comunidades de povos originários em várias partes do mundo. 

A exposição Resistências Originárias, da fotógrafa belga Christine Leidgens, traz 300 fotografias que mostram os trabalhadores indígenas da Bolívia; comunidades quilombolas e povoados negros da Amazônia e da África; além do povo Piaroa, na Venezuela, reconhecido por seus saberes sobre o uso sustentável da floresta.

Independentemente da localização, as pessoas fotografadas são protagonistas de trajetórias marcadas pela luta, resistência e organização comunitária.

A série fotográfica inédita reúne décadas de trabalho e está aberta para visitação no Centro Cultural Vale Maranhão, que fica no Centro Histórico da capital maranhense. 

Christine nasceu na Bélgica em 1954 e tem formação em Artes Visuais. Ela se especializou posteriormente em Fotografia, nos Estados Unidos. 

Em 1989, após registrar a vida de povoados ameríndios no Peru e na Bolívia, a ela veio para o Brasil – a convite do Ministério das Relações Exteriores – para travar contato com a história dos negros que para cá vieram durante os séculos de escravidão e compreender a realidade de seus descendentes no país. 

Christine morou seis anos no Maranhão. Um dos frutos dessa estada em terras maranhenses foi o livro “Frechal, quilombo pioneiro no Brasil: da escravidão ao reconhecimento de uma comunidade afrodescendente”, que faz o registro do cotidiano e da manutenção da ancestralidade de um dos quilombos mais antigos do país, localizado na zona rural da cidade maranhense de Mirinzal. Parte dos registros do Frechal também compõem a exposição.


Fonte: EBC Cultura

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Maceió recebe Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas

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Começa nesta sexta-feira, em Maceió, mais uma edição do campeonato brasileiro de quadrilha junina

Representantes de mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal, participam em Maceió, a partir de desta sexta-feira, até domingo, da décima primeira edição do campeonato de quadrilhas juninas, considerado o “Brasileirão” das quadrilhas.

Mais de três mil quadrilheiros disputarão o título de melhor Quadrilha do país no evento promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil.

A ordem de apresentações, que acontecerão no Parque da Pecuária José da Silva Nogueira, no bairro do Prado, foi confirmada através de sorteio.

Além da competição, os dias de evento contarão com apresentações de outras manifestações culturais, shows de forró e um espaço dedicado à gastronomia e ao artesanato regional.

Nesta sexta, o Parque recebe a Seletiva Alagoana que vai escolher as duas quadrilhas juninas que irão representar Alagoas no Campeonato. Estão na disputa os grupos Sanfona do Rei, Gonzagão, Fazendinha e Luar do Sertão.

 A disputa interestadual será no sábado, a partir das cinco da tarde, e no domingo, começando uma hora mais cedo, às quatro da tarde. 

Os grupos entram no tablado para dançar e cantar os temas e histórias que cada quadrilha irá homenagear.

A “Inovação” de São Paulo, por exemplo, apresenta o “Apocalipse – O Último São João”, onde o grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo, enquanto os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema “O Romance do Pavão Misterioso”, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel. Já a Campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró; com o tema “Resistência”, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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