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Viva Maria alerta para perigo dos fogos de artifício em festas juninas

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Na véspera do Dia de São João, que transforma esse nosso Brasil num imenso arraial, o Viva Maria se apressa em alertar as damas e cavalheiros para os perigos dos balões e fogos de artifício. Para isso, chama a participação da doutora Cristina Lopes Afonso, que é formada em fisioterapia e que há anos se dedica em tratar vítimas de queimaduras.

Ela alerta que, nessa época do ano há muitos acidentes que relacionados às festas juninas. Foguetes, bombinhas, balões, fogueiras, são esses os acidentes mais comuns. E uma prática que vem acontecendo muito é a queima de palha de aço (o famoso Bombril), em que as crianças têm se machucado muito. “Essa brincadeira parece inofensiva, mas pode deixar uma marca definitiva”, diz.

Escute a entrevista completa no player acima


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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