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Viva Maria celebra o Dia Nacional do Livro com poesia

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Oi, oi, gente amiga deste nosso programa que, mais do que nunca, abre o livro! E isso porque hoje é o Dia Nacional do Livro, em homenagem à Biblioteca Nacional do Brasil, fundada em 29 de outubro de 1810.

E aqui estamos nós para lembrar a importância não só dessa biblioteca, mas, acima de tudo, do livro — que é sempre o nosso horizonte, a luz que nos guia nessa vida. Principalmente quando a poesia (que dizem, salva!) nos socorre nos momentos mais perversos.

E o mais interessante é que, justo hoje, estou com a incumbência de apresentar a vocês a Fran Cerqueira, organizadora da III Antologia da AESSP — Associação de Escritores do Sul e do Sudeste do Pará.

E, para o nosso contentamento, nessa coletânea está aquele poema que a gente já sabe até de cor, da querida Kennya Silva, nossa Maria Quarqué, que pela primeira vez ganha as páginas de um livro!

Em nome de todas as Marias que aqui estão aplaudindo nossa poeta, agradeço a presença de Fran Cerqueira, que conversa com a gente sobre a organização da antologia, bem como sobre a temática escolhida: “A poesia contra toda violência ao feminino.”


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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