Cultura
Viva Maria reflete sobre a “falsa abolição” da escravatura no Brasil
Cultura
Olá amigas e amigos deste nosso programa que, à luz de uma verdade histórica incontestável, desde os anos 1980 se nega a comemorar o 13 de maio, que é o dia oficial da Abolição da Escravatura no Brasil.

A exemplo do que faz o movimento negro, este programa prefere aproveitar a data para chamar a atenção da nossa sociedade para o cenário de exclusão e discriminação que, até hoje, 138 anos depois, ainda nega à população negra a igualdade de oportunidades.
Por isso, em nome de uma revisão que a história desse país ainda está a nos dever — inclusive nos livros didáticos — queremos ouvir a professora Gina Vieira Ponte, que ainda ontem (12) foi agraciada com o Prêmio Engenho Mulher 2025 por ter se tornado uma referência em educação do Brasil.
Ela é autora do Projeto Mulheres Inspiradoras, responsável pela transformação da vida de centenas de alunos da rede pública que frequentaram suas aulas, em Brasília (DF).
A propósito, neste 13 de maio, vamos ouvir com muita atenção a aula que ela vai nos dar sobre os bastidores políticos que levaram a Princesa Isabel a promulgar a Lei Áurea.
▶️ Clique no player acima de acompanhe a entrevista!
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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